quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Hora da Escuridão

Cenários apocalípticos já serviram inúmeras vezes de pano de fundo para muitos filmes. Não importa a época, não importa o motivo, seja um desastre natural ou um ataque de zumbis, alguém já levou para as telonas a sua visão de um futuro sombrio ou utópico. Desta vez o motivo são os nossos queridos colegas espaciais, os aliens. A grande diferença deste filme para os outros, é que ele se passa na Rússia, talvez influenciado pelo produtor, o russo moderninho Timur Bekmambetov.

Sean (Emili Hirsch) e Ben são dois empreendedores que vão fechar um negócio de internet na Rússia. Depois de serem sacaneados e perderem o contrato, eles resolvem cair na balada e tomar umas vodcas. Lá eles conhecem duas americanas, Natalie e Anne. Enquanto os jovens se divertem, uma inexplicável queda de energia acontecesse. Do lado de fora da boate, a rapaziadinha é surpreendida por um ataque de alienígenas invisíveis, que transformam as pessoas em pó. Sem muita opção, eles acabam se escondendo na despensa de um restaurante.



Depois de alguns dias, sem comida e cansados de esperar ajuda, eles resolvem fugir do lugar e partir ruma à embaixada americana. Quanto mais eles andam, mais cinzas humanas eles encontram. A esperança de achar outros sobreviventes ou voltar para a casa se torna quase nula. O que parecia improvável, acaba acontecendo, primeiro eles descobrem um submarino que está resgatando os últimos sobreviventes partindo para a Inglaterra e, depois, encontram um zelador e uma garota que inventaram uma arma que dispara ondas microondas que fere os alienígenas. Agora a corrida é contra o tempo, além é claro, dos malditos alienígenas elétricos e invisíveis.



No final ainda rola uma tentativa de imitar O Exterminador do Futuro, sem os robôs e sem as viagens no tempo, aí é que aparece o cenário apocalíptico que falei no começo do texto. É claro que o herói do filme não chega aos pés de John Connor. Aproveitando, é claro que este filme não vale o dinheiro gasto para assistir na versão 3d. Diria eu que na minha avaliação final ele merece no máximo uma nota 5. Para este tipo de filme eu já acho uma nota muito alta.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Albergue 3

Após comer dois guiozas na ferinha de domingo da liberdade, eu decidi comprar alguns filmes que eu perdi no cinema ou que eu não estava a fim de pagar mais que três por dez para assistir. Enquanto analisava as novidades, me deparei com Albergue 3...não hesitei, coloquei logo no bolo e foi o primeiro que vi quando cheguei em casa. Obviamente o primeiro filme é o melhor da trilogia. As mulheres da Bratislava, as cenas fortes e as reviravoltas...nossa, deveria ter colocado no blog primeiro o Albergue 1...enfim...deixo o melhor para o final.

Albergue 3 não tem a qualidade dos outros filmes, mas ele não é tosco, visivelmente alguma grana foi investida no filme. O roteiro é meio parecido com os outros filmes. Desta vez a “trama” se passa nos EUA, mais precisamente em Las Vegas. Scott está para se casar e seus três amigos resolvem levá-lo para passar a despedida de solteiro na cidade do pecado (Se Beber não case?). O que parecia uma simples festa com garotas de programa e bebidas, se torna algo muito estranho quando o mais chato dos amigos desaparece (Novamente Se Beber não Case?) e vai parar na cadeira de um lunático que o mata tirando a sua face.


A organização que proporciona os assassinatos está muito mais tecnológica. Agora não existem mais quartinhos escuros com armas velhas. Todas as mortes são assistidas e durante as torturas ainda rolam algumas apostas...lucro em todas as partes. Quando os três amigos restantes tentam descobrir o que aconteceu com o chatão, eles também são capturados para servirem de diversão para ricos entediados.


Não quero estragar, mas ainda rola umas reviravoltas no filme. Para variar, as mulheres causam discórdia, o problema é que causar discórdia neste filme significa sangue, mutilações e mortes!!!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Dylan Dog e as Criaturas da Noite

Uma breve explicação, não existe somente duas grandes editoras de quadrinhos (Marvel e DC), existe também um imenso número de personagens e histórias que a maioria das pessoas não conhecem e provavelmente nunca conhecerão. Meu lado nerd acha isto ótimo, a única coisa ruim disto é que alguns destes clássicos personagens acabam chegando ao cinema por meio de estúdios pequenos, que tentam sugar as coisas boas e não se importam em levar algo bem meia boca para as telonas. Em raríssimos casos, estes filmes de baixo orçamento conseguem entreter e divertir, apesar de deturparem muito a história original...Dylan Dog se encaixa perfeitamente nisto.

O herói Dylan Dog (Brandon Routh) é um detetive particular que esconde um passado digno da série Além da Imaginação. Durante muitos anos ele foi o escolhido do sobrenatural para ser a “lei” entre lobisomens, vampiros, zumbis, ou seja, das criaturas da noite. Depois de uma tragédia com sua mulher, ele resolve abandonar este esquisito mundo e se dedicar aos humanos...como se fosse fácil deixar este tipo de coisa para trás.


Numa certa tarde de sol em Nova Orleans, ele é chamado para resolver um caso de assassinato. O pai de uma moça foi estranhamente morto por uma fera, assim que Dylan percebe que se trata de um lobisomem ele resolve não assumir o caso e volta para o escritório. Mas a morte procura o senhor Dog, assim que entra na sua sala, ele encontra o seu assistente morto por um zumbi... ou seja, uma tremenda confusão está armada e ele terá que voltar a sua camisa vermelha e calça jeans para resolver tudo!



Este filme pode ter atores sem muita emoção no meio de reviravoltas previsíveis e piadinhas risíveis, mas o fato é que você não fica decepcionado após o final. Você está ali para assistir e se divertir, isto significa aceitar todas as utopias que o roteiro nos proporciona, não importando o tamanho da piração!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Cavalo de Guerra

Eu poderia começar escrevendo este texto lembrando do meu cachorro, um dos animais mais companheiros que eu já vi na minha vida e que me mostrou o verdadeiro significado do amor. Em vez disto, vou usar um fato da minha semana para me inspirar nestas primeiras linhas e que está ligado ao filme, quero falar de amizade.

Amizades verdadeiras são raras, acho que cada pessoa pode contar nos dedos quantos amigos possuí. Fora este pequeno círculo, preenchemos nossa vida com pessoas passageiras, colegas e conhecidos. Infelizmente confundimos às vezes estes colegas com os nossos amigos verdadeiros, mas não demora muito para percebermos o erro. Amizade é confiança, isto resume tudo.

Voltando ao filme... Cavalo de Guerra é o retorno de Steven Spielberg aos filmes de guerra, desta vez ele junta uma linda história de amizade e coragem com todo à frieza e crueldade que só uma guerra pode proporcionar. O famoso diretor consegue mais uma vez emocionar e cativar com um filme que tem conceitos tão básicos e essenciais para as nossas vidas.

Albert é um adolescente que vive em Devon, Inglaterra, em plena pré-primeira guerra mundial. Ted, seu pai, um veterano de guerra, compra um cavalo para arar a terra e conseguir pagar o aluguel. Albert dá ao cavalo o nome de Joey e começa a treiná-lo e assim nasce uma grande amizade entre os dois. Após uma terrível chuva, Albert e sua família perdem toda a plantação. Ted então resolve aproveitar a chegada da guerra para vender o cavalo para o exército e conseguir dinheiro para o aluguel.


Após muitas lamentações, o cavalo vai parar com o capitão Nicholls, que promete devolve-lo após o término da guerra. Nicholls e seu batalhão partem imediatamente para o front e assim inicia-se a grande jornada de Joey, uma jornada que inspirará coragem e bondade aos soldados dos dois lados da guerra e a outros curiosos personagens da trama.



Alguns críticos acharam ruim este filme (pelo menos as que eu li), eu sou totalmente contrário a este tipo de opinião. O filme é muito bom, Steven Spielberg conseguiu fazer um filme que emociona em diversas partes, do começo ao fim. Seus ideais subentendidos podem parecer simples, mas como eu disse anteriormente, são essenciais para uma vida boa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Missão Impossível 4 - Protocolo Fantasma

Para encerrar o ano, nada melhor do que um bom filme de ação. Minha escolha? Missão Impossível. Fui no cinema com a convicção de que a franquia sempre produziu ótimos filmes e saí de lá com esta mesma impressão. Acho que o grande, ou melhor, o baixinho super astro Tom Cruise tem uma influência e crédito pelos ótimos filmes. Tom é responsável por várias cenas sem dublês e ajuda na produção dos filmes. Tudo me leva a crer que continuaremos a ter excelentes filmes da série e que eles serão cada vez mais impossíveis.

Desta vez, Ethan Hunt está trancafiado numa prisão russa e cabe a sua equipe libertá-lo. Depois de solto, Ethan aceita uma missão para roubar documentos dentro do Kremlin. Porém, Ethan não é o único que queria estes documentos e o plano acaba sendo sabotado por terroristas que aproveitam para explodir o Kremlin e culpar os EUA.


O governo americano resolve colocar em prática o Protocolo Fantasma, que desabilita a agência IMF (Impossible Missions Force) e todos os seus agentes. Correndo contra o tempo, Ethan recebe a ajuda de um suspeito analista americano, Brandt (Jeremy Renner), para encontrar a sua equipe e impedir uma catástrofe nuclear.


Os planos e os porquês de cada missão às vezes parecem ser muito confusos ou desnecessários. Acabamos em alguns momentos nos perdendo na linha de raciocínio, mas nada que influencie na nossa percepção das famosas cenas de ação. Ainda resta espaço para sermos surpreendidos no roteiro, onde a questão de Julia (Michelle Monaghan), ex-mulher de Ethan, está ligada diretamente a vários detalhes da trama.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Gato de Botas

Bonitinho, fofinho, namorador, metido e aventureiro, desta vez eu não estou abrindo um texto falando de mim e sim do personagem principal do filme. Gato de Botas aproveita o sucesso do felino nos filmes do Shrek para lançá-lo numa empreitada solo. Igual ao monstro verde, este filme mistura alguns contos de fadas para dar uma carimbada no roteiro, este, inclusive, seja o único erro do filme. Roteiro bem fraquinho...



Gato de Botas (dublado por Antonio Bandeiras) é um ladrão/herói que busca limpar o seu nome para viver tranquilamente. Em uma visita a cidade de São Ricardo, ele descobre que um casal de fazendeiros bandidos estão com três feijões mágicos que levam ao castelo que abriga a Gansa Dourada. O felino planeja roubar os feijões mas é surpreendido pela ladra Kitty Patamansa e seu antigo amigo, o ovo Humpty Dumpty.




Depois de uma sessão remember, descobrimos que Humpty e Gato de Botas foram criados juntos no mesmo orfanato e que procuraram durante muito tempo estes feijões mágicos. Deixando as desavenças de lado, os três resolvem trabalhar juntos para conseguirem roubar a Gansa Dourada e enriquecerem às custas dos ovos de ouro. É claro que aconteceram ainda algumas surpresas...filme de ladrão sempre tem esse tipo de coisa...


O coadjuvante peludo, que muitas vezes roubou a cena do ogro verde, teve a sua grande chance de emplacar uma nova franquia, mas, infelizmente, com este roteiro nem as cenas “fofas” do gatinho conseguiram deixar uma boa impressão final. Talvez eu esteja sendo um pouco adulto numa crítica que merecia ser mais infantil...mas todos os últimos desenhos nos deixam com grandes expectativas.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Imortais


Deuses gregos e histórias reais se juntaram na imaginação coletiva da humanidade para se tornarem lendas. Por anos e anos estes contos fantásticos povoaram a cabeça de muitas pessoas, onde cada um imaginava do jeito que queria. O cinema surgiu, evoluiu e com este desenvolvimento ele foi usado também como forma de contar histórias fantásticas. Nada mais normal que os olimpianos e Titãs tomassem rumos nesta nova forma de contar histórias.


Este filme produzido pelo mesmo pessoal que fez 300 (percebemos isso logo de cara pelo excesso de homens sem camisa) foca numa interpretação aberta de personagens que realmente existiram. Hyperion (Mickey Rourke) é um rei ateu e muito malvado, seu desejo é encontrar um arco mágico para libertar os Titãs e deflagrar uma guerra com os deuses e, assim, conseguir dominar toda a humanidade.


O jovem camponês Teseu (Henry Cavill) e sua mãe tentam viver neste louco mundo, o moço recebe sempre conselhos de um idoso misterioso, que acaba se revelando ser Zeus (Luke Evans) em sua forma humana. Hyperion acaba invadindo a cidade em que Teseu vive e assassina a mãe do jovem de forma sádica, na verdade ele mata quase todo mundo, somente alguns conseguem fugir para a fortaleza do monte Tártaro. Teseu acaba sendo capturado e conhece na prisão a sacerdotista virgem Fedra e o ladrão Stavros (Stephen Dorff),


Os três conseguem fugir e vão atrás de vingança. Zeus e os outros deuses olimpianos vivem o dilema de assistir tantas barbáries e não poderem ajudar a humanidade para não desrespeitar as leis divinas. Teseu tem um longo caminho pela frente, ele terá que ajudar e liderar o povo do bem contra as ordas de Hyperion e também resolver o assunto da virgindade de Fedra.

Imortais não é o melhor dos filmes, mas está longe de ser um dos piores. Os efeitos especiais são bons, mas o roteiro acaba sendo bem fraquinho...talvez eles deveriam ter usado um pouco mais das histórias e lendas já existente e que preenchem a nossa imaginação e curiosidade há tantos anos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

O Vingador do Futuro

A década de 80 foi uma época onde nasceram muitos dos filmes que eu considero clássicos. Por este motivo eu começo uma nova jornada no Matadores de Zumbis. Vou tentar levar para o blog estes filmes que quase não passam mais na TV, filmes que muitas pessoas não lembram ou não conhecem. O Vingador do Futuro é um destes filmes. Ele foi filmado no auge da carreira do Schwarzenegger. Isto significa um roteiro cheio de tiroteios, sangue, porrada, mulheres lindas e é claro, um herói solitário para encarar tudo isto.



O filme se passa em 2084. A Terra está tão evoluída que viagens a Marte e implantes de memória são coisas comuns. Douglas Quaid (Arnold) é um operário casado com Lori (Sharon Stone). A cada dia que passa ele é atormentado por estranhos pesadelos sobre Marte. Ele resolve implantar na sua memória uma viagem para o planeta vermelho, só que durante o processo ele acaba descobrindo que já existiam implantes na sua cabeça, o que causa uma tremenda confusão...ele descobre que seus amigos e sua mulher eram atores contratados para que ele não desconfiasse de nada que envolvesse o seu passado.





Depois de matar várias pessoas (algo comum para Arnold), Quaid resolve partir para Marte em busca de quem ele realmente é. Ele vai descobrir um estrategema mirabolante envolvendo mutantes e alienígenas. Mas as perguntas também aumentarão, será que Quaid é um dos mocinhos? Será que tudo isso não faz parte de algum implante? Será...


Para quem não sabe, este filme também terá um remake. Colin Farell será o Quaid da vez e algumas boas pedidas também estarão presente. Acho mesmo que esta nova versão será boa, mesmo porquê, é só realizar uma nova carnificina para ficar a altura do original...ahahah