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sábado, 27 de maio de 2017

Fragmentado


Nunca duvide de M. Night Shyamalan. Repita isso 10 vezes sempre quando pensar o contrário. Fragmentado surgiu quando ninguém esperava e se tornou um sucesso que uniu todas as tribos, assim como foi o Norvana.... Exagerei. Brinquei. Mas, como toda brincadeira, esta também tem um fundo de verdade. Depois de alguns erros, o diretor indiano pode comemorar o retorno das críticas positivas, dos grandes lucros e, principalmente, o sinal verde para continuar a expandir suas histórias.

O filme começa com três adolescentes sendo sequestradas por um tipo muito estranho em pleno estacionamento de um shopping. Apesar do captor se chamar Dennis, com o passar do tempo no cativeiro, as jovens descobrem que Dennis é só uma das 23 personalidades dentro da cabeça de Kevin (James McAvoy). Entre uma ou outra tentativa de fuga, a mais espertinha (e também mais esquisita) das meninas, Casey (Anya Taylor-Joy), descobre que a zica mesmo vai acontecer quando a besta chegar, ou quando a personalidade número 24 tomar conta do corpo de Kevin.
    

Fragmentado é uma história singular que dá muito certo pelas atuações do elenco e por surpresas que aparecem no decorrer de todo o filme, inclusive na última cena. Este final é mais uma prova do talento de contador de histórias do diretor e um puta motivo para ficarmos atônitos.



Imaginar os próximos passos já seria fácil após assistir o filme. Escrever este texto com 3 meses de atraso então, é muito injusto fingir alguma previsão. Por isso, vou terminar com uma informação. Shyamalan praticamente terminou o roteiro do terceiro filme deste universo.... repare que eu não falei em nenhum momento qual foi o primeiro...


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A Visita


Voltar ao blog não poderia ser com qualquer texto. Como a intenção do MDZ sempre foi escrever sobre os filmes que os colaboradores quisessem e, quando achassem melhor, muitas vezes esta página ficou sem atualização. Eu poderia culpar os casos amorosos, trabalhos, viagens, partidas de futebol e etc por demorar tanto para postar novamente. A real é que muitos filmes não são inspiradores e isso causa uma preguiça mental.

Porém, nem tudo está perdido. Com a chegada do final do ano, somos bombardeados com longas-metragens que ajudam a reverter este pensamento e, assim como os temíveis zumbis, nós voltamos. Para este retorno acabei escolhendo justamente o novo filme do M. Night Shyamalan. Para mim ele é ainda um diretor que me faz ir ao cinema tendo somente seu nome nos letreiros e isso é algo muito raro hoje em dia.

A Visita é mais um daqueles filmes em primeira pessoa meio estilo documentário. A grande diferença dele para os outros é simples. Ao contrário da maioria dos filmes deste estilo, este é bom!


O roteiro é simples, mas muito bem elaborado (e dirigido). Rebecca e Tyler são dois irmãos que estão indo conhecer seus avós maternos, numa casa isolada em outra cidade, enquanto sua mãe viaja num cruzeiro com seu novo namorado. Durante esta visita, Rebecca, que sonha em trabalhar com cinema, resolve gravar uma espécie de documentário para ajudar a sua mãe a superar alguns traumas do passado. Logo em seus primeiros contatos, o casal de idosos parece ser como todos os avós; boas praças e despreocupados com agitações o que ajuda a aproveitar os pequenos prazeres da vida, dentre eles é claro, comer bastante. 


É claro que se tratando de Shyamalan não existe um filme sem suspense. Não demora muito para os irmãos perceberem um comportamento estranho do casal de idosos que vão além de simples doenças. É neste contexto que a pequena dupla se encontra. Será que existe algo de terrível e sobrenatural ou envelhecer já é assustador por si só?


Salva de palmas para o Shyamalan pelo filme e várias vaias para os adolescentes que estavam vendo no Bourbon. Como é insuportável assistir um filme deste tipo neste shopping de São Paulo. Com certeza está riscado da minha lista. A experiência seria muito mais intensa em uma sala onde as pessoas ficam quietas. Primeiro desabafo do ano, ou melhor, segundo. Já xinguei um funcionário mala do financeiro da minha empresa.



domingo, 12 de dezembro de 2010

Demônio

Encontros com o além sempre foram temas interessantes de contos sobrenaturais, personagens tocados pelo impossível transmitem idéias motivadoras ou assustadoras, dependendo de qual ser misteriosos aparece na história.... Demônio é o primeiro filme da nova empreitada de M. Night Shyamalan, com sua própria produtora ele filmará a trilogia The Nigth Chronicles, filmes que juntam o sobrenatural com o mundo atual. Neste primeiro filme somos apresentados ao mal puro, o próprio diabo com suas trapaças e artimanhas trará desespero e morte para cinco estranhos.

O filme começa com um suicídio, de acordo com o narrador é sempre assim que o diabo consegue atravessar a barreira do além para cometer as suas maldades. Os próximos fatos parecem totalmente desconexos, cinco estranhos, cinco pessoas com estranhezas e passados singulares acabam ficando presas num elevador. Manipulados pelo Diabo, os personagens se entregam a discussões e instintos exagerados, mesmo com a polícia ajudando por câmeras o primeiro apagão elétrico traz a primeira vítima fatal. Um detetive recém integrado na polícia é designado para resolver o caso, mas ele logo perceberá que os assassinatos não param no primeiro apagão e que ele próprio possuí uma desconhecida e triste ligação com uma das pessoas do elevador.


Demônio usa famosa questão “se existe o mal existe o bem” para criar um clima sobrenatural onde o bem é o caminho a ser seguido. A salvação para os personagens deste “conto” será usar os sentimentos mais puros e difíceis que um humano pode ter, só eles podem ser usados como armas mortais contra o mal.

Obs: Apesar de não dirigir, Shyamalan escreveu o roteiro e produziu o filme, por isto Demônio está no “Especial Shyamalan”. Sem mais.

domingo, 5 de setembro de 2010

O Último Mestre do Ar

M. Night Shyamalan sempre fez tudo em seus filmes; produziu, dirigiu, escreveu e até mesmo atuou. Suas histórias originais são vistas como fábulas modernas, contos fantásticos que sempre possuem finais surpreendentes. Só que desta vez Shyamalan mudou, resolveu pegar uma história de desenho animado e transportá-la para o cinema. O resultado? Não tão fantástico.

Terra, Ar, Água e Fogo são as civilizações dominantes do mundo que vivem em harmonia, principalmente pois existe um ser chamado Avatar que domina todos os elementos e com estes dons ele traz equilíbrio para a força (uma leve brincadeira). Após o sumiço do Avatar a civilização do Fogo extermina e escraviza todas as outras civilizações com seus poderes naturais e bélicos.

Por um golpe do destino, dois irmãos da civilização da água encontram o novo Avatar chamado atualmente de Aang. O pequeno Avatar começa a ser perseguido pelo império do Fogo e principalmente pelo príncipe do fogo que precisa capturar o Avatar para seu pai voltar a respeitá-lo e assim readquirir a sua honra. O problema é que o treinamento de Aang não está completo, ele terá que aprender a dominar todos os elementos antes de trazer paz de novo ao mundo.

Eu não tenho como dizer se o filme é fiel ao desenho, ele é um filme justo que dá um pontapé para uma franquia que não será um Harry Potter da vida, mas que com certeza renderá todas as continuações necessárias para trazer a paz ao mundo dos elementos.


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Especial Shyamalan - O Sexto Sentido da Sétima Arte

Impossível dizer o que se passa na mente de M. Night Shyamalan. Seja na obscuridão de temas sobrenaturais, na filosofia desencantada ou no drama psicológico de personagens tão enigmáticos quanto ele próprio, seus filmes sempre têm um objetivo: o de gerar questionamentos. Com tantos segredos não revelados, o "M" abreviado do nome do diretor não poderia significar outra coisa, senão "mistério". E é mistério o que se vê nos seis filmes do primeiro Especial do Diretor dos Matadores deste blog.

domingo, 29 de novembro de 2009

Fim dos Tempos

Todos os filmes de M. Night Shyamalan são surpreendentes, mas nem sempre isto quer dizer que agradam a todos ou que são bons. Fim dos tempos é o filme que mais deve do indiano, a história é atual e interessante, as mortes são incrivelmente assustadoras, mas dessa vez o diretor não conseguiu deixar satisfeito quem assiste o filme. Porém isto não quer dizer nada, continuaremos a assistir todos os filmes de Shyamalan.

A sinopse é assustadora... Sem mais nem menos algumas mortes estranhas começam a acontecer em algumas cidades americanas, sem informações sobre o fenômeno suicida, o professor Elliot Moore (Mark Wahlberg), que vive uma crise conjugal, decide ir para o interior junto com sua esposa (Zoe Deschanel), o seu melhor amigo o professor Julian (John Leguizamo) e a filha de Julian. Quanto mais o tempo passa mais as informações se tornam estranhas, seria este fenômeno causado pelo próprio homem? Seria um ataque suicida? Ou simplesmente a mãe natureza resolveu acabar com o maior predador do mundo?

Os personagens trabalhados e as cenas assustadoras de sempre estão também neste filme, porém em contrapartida tem uma cena do Mark Wahlberg conversando com uma planta e pedindo desculpas... é mais motivo de risada do que de tensão. Espero que chegue logo o próximo filme dele, assim Fim Dos Tempos será só uma breve recaída na brilhante carreira do indiano.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A Dama na Água

Os contos de fadas são histórias antigas e lindas com personagens que com suas aventuras nos ensinam o certo. M Night Shyamalan também queria contar um conto de fadas para o seu filho, e como ele fez isto? Criou a sua própria história, misturando a idéia do bem fazer com o atual, mais uma pitada de personagens que somente ele pode criar, a Dama Na Água nasceu, primeiramente para o seu filho e posteriormente para o mundo através do cinema e livro.

A história é fantástica; num condomínio na Filadélfia vive um zelador solitário (Paul Giamatti) que certa noite encontra uma ninfa na piscina (Bryce Dallas Howard). Acolhendo a garota ele descobre que ela tem uma missão, achar uma pessoa que assim que colocar os olhos nela começara uma grande mudança no mundo, dará o primeiro passo para um futuro melhor. Nos prédios do condomínio personagens curiosos não faltam; uma chinesa americanizada, um crítico chato de cinema, a turma da maconha; um cara que só exercita um braço do corpo, além de outros. Neste conto de fadas moderno também existe o lobo mal, ele tenta de todas as formas impedir a ninfa de realizar a sua missão e retornar a sua terra nas asas do grande águia Eatlon.

Esqueça os outros filmes do nosso cineasta indiano favorito para assistir a Dama Na Água, compare o filme com as histórias dos irmãos Grim, seja criança novamente e lembre-se que tudo que importa é pensar e realizar coisas boas e que uma criança feliz e boa certamente será um adulto muito legal para a humanidade

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sinais

Os ets do filme Sinais não são mais assustadores do que o drama vivido pelo personagem de Mel Gibson. Os seres de outro mundo podem até assustar, principalmente quando aparecem em Passo Fundo, mas é mais uma vez a história bem amarrada, com um desfecho incrível, que surpreende. Shyamalan, qual Hitchcok em cena, mostra mais uma vez como sabe fazer filmes.

Quando um pai viúvo e seus dois filhos pequenos encontram sinais geométricos estranhos em sua colheita, nada mais natural do que pensar ser um trote. Mas e quando isso se repete em várias partes do mundo, as quais não têm, aparentemete, ligação nenhuma? Só resta fugir, ou se trancar no porão...

A primeira metade do filme é sonolenta e desgastante. É preciso estar bem descansado se você quer ver um et. Mas não se pode esquecer de que se trata de um filme do Shyamalan, no qual qualquer explicação da história conduz para o grande final.

Pode-se dizer que a insinuação de extraterrestres é melhor do que a aparição dos próprios. A perna do safado surgindo por entre a plantação é muito mais assustadora do que quando ele aparece por inteiro, quebrando todo o clima de suspense e deixando o filme, talvez até, um pouco bobo, ou inverossímel demais - como se isso não fosse possível em uma obra do diretor indiano. E esse pode ser o defeito mais grave dessa produção que de fraca não tem nada, mas que poderia ser mais perturbadora.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A Vila (The Village)

Seria mesmo possível viver em um vilarejo à parte do mundo em que vivemos?

O filme A Vila, lançado em 2004, escrito e dirigido pelo indiano M. Night Shyamalan inaugura sua nova aposta em mostrar o horror de uma perspectiva diferente: aquele que vive no subconsciente de todo o ser humano, do qual não parecemos ter muita escapatória. Filosofando sobre a maneira que vivemos nos anos 2000 - da maneira mais esquisita, é claro, Shyamalan apresenta o que seria um um mundo perfeito, do século retrasado: uma pequena Vila onde as famílias tradicionais norte-americanas decendentes dos colonizadores convivem em harmonia, sob os mais rígidos preceitos morais: temor à Deus, respeito ao casamento e à castidade.

Mas os moradores de Covington, na Pensilvânia, tinham um motivo a mais para se preocupar: os estranhos habitantes das florestas, para os quais os moradores faziam sacrifícios pagãos de animais e recebiam visitas periodicamente, marcando com sangue as casas dos habitantes mal-comportados. Neste cenário incomun, nasce o amor entre a estonteante, porém deficiente visual, Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), filha do líder da vila, e o jovem Lucius (Joaquin Phoenix) - que questiona a política de se confinar dentro das fronteiras da aldeia. Lucius, a ameaça, logo deixa de se tornar um problema graças ao perturbado Noah Percy, interpretado por Adrien Brody - um deficiente mental, personagem um tanto 'deslocado' na pacata aldeia e até então inofensivo -, que o esfaqueia até quase matá-lo, como uma criança sem a noção do que estava fazendo.

Decidida a salvar seu amor, a bela Ivy resolve enfrentar a fúria dos conselheiros, dentre eles seu próprio pai, e se lança pela floresta e suas criaturas para chegar até a cidade em busca de medicamentos. Apesar de saber a verdade sobre a fantasia de monstros, criada pela comunidade para manter-se longe do nosso mundo cruel e cheio de violências, a trajetória da jovem não é menos arrepiante. Com tomadas curtas, muitas cores e ruídos, fotografia e trilha conseguem fazer Ivy e nós, telespectadores, duvidarem da verdade que acaba de ser revelada. O final, como sempre, supreende por ser tão banal e tudo acabar bem.

Shyamalan planta, assim, dúvidas para o espectador refletir: é possível ficar alheio às doenças, crimes, violência, guerras e toda a podridão do mundo em que vivemos, tidos como fruto da modernidade e da sociedade imoral - uma vez que mesmo na isolada aldeia, onde os valores pareciam intactos, eles continuaram a permear o ser humado? Será ainda que seguir a moral e os bons costumes e ter fé não é suficiente para ter a Salvação Divina? O que faz o homem ser bom ou ruim, então?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Corpo Fechado

Mais triste que ficção

Corpo Fechado não é um Sexto Sentido 2. Talvez, por isso, não tenha tido um sucesso tão arrebatador. Corpo fechado é um filme de herói sem ser. Nesta obra, o diretor indiano M. Night Shyamalan, que aparece em cena como um discreto traficante, mostra um salvador tão humano quanto nós mesmos. Tão escroto e sublime quanto qualquer pessoa. Um herói que não sabe o que é até lhe perguntarem: “quantas vezes você já ficou doente?”. Sem efeitos especiais surpreendentes, o longa é mais roteiro que ação. E, como não podia deixar de ser, lá está um dos finais surpreendentes que só o cérebro de Shyamalan pode vomitar.

A história é baseada na vida de duas pessoas opostas. Samuel L. Jackson vive um homem com os ossos tão frágeis quanto sua mente, o “homem de vidro”. Por não poder aprimorar o corpo, aprimora as idéias e chega à conclusão de que se é possível existir alguém tão doente quanto ele, também pode existir o contrário, alguém que não se quebre nunca. Passa, então, a buscar o “inquebrável” e o encontra em Bruce Willis.

Sempre buscando ângulos inusitados, o diretor não descansa até fazer uma cena esteticamente bonita e funcional (tudo tem um porquê de ser mostrado), como um Rodchenko bêbado à procura da fotografia perfeita. A melancolia e a tristeza também estão sempre à espreita, como urubus carniceiros.

E a nós, só resta aguardar se realmente haverá uma continuação, das duas que foram planejadas e abandonadas devido à critica.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Sexto Sentido (The Six Sense)

“I see dead people” - essa frase, sussurrada por um garotinho assustado loiro de olhos azuis é com certeza um dos marcos do cinema entre os melhores filmes de terror de todos os tempos. Tanto que fez milhares de espectadores pelo mundo: seria mesmo verdade o que relata o filme O Sexto Sentido (1999), escrito e dirigido por M. Night Shylaman, diretor indiando de 39 anos que conquistou Hollywood após o seu lançamento?

O thriller conta a história de Dr. Malcom Crowe, interpretado por Bruce Willis, um notável psicólogo de crianças perseguido por uma única frustração: um paciente que ele não soube ajudar Vincent Gray, papel de Donnie Wahlberg, a ponto do mesmo atacá-lo fisicamente em seu desespero. Algum tempo se passa, as coisas vão de mal a pior com sua esposa, a bela Olivia Williams, até que Crowe conhece Cole Sear, interpretado por Haley Joel Osment, um garoto de apenas nove anos que mora sozinho com a mãe e é atormentado como Gray. Crowe, então, tenta de todas as maneiras ajudar a criança, que diz “ver pessoas mortas”, o tempo todo.

Shylaman, admirador confesso de diretores como Steven Spilbergh e Alfred Hitchcock, consegue dirigir com maestria o roteiro que ele mesmo escreveu, desafiando a curva dramática comum. Um recurso ousado por arriscar 'perder o fio da meada' no meio do caminho. Ele inicia a história com o fim – ainda que subtendido-, faz diversas voltas ao passado, e no final tudo faz realmente sentido.

O diretor descobre, assim, o seu estilo, que acaba seguindo por toda sua obra. Um bem escrito roteiro, que se apóia em dois personagens-base, igualmente perturbados (ainda que um deles não saiba ate então). Fotografia colorida, dinâmica, objetos que refletem imagens deformadas, cenas com diálogos densos filmados bem de perto. Água, acidentes de carros, porões e temor religioso. Ou seja, os maiores pesadelos do subconsciente do ser humano estão ali, juntos, envolvendo o espectador a cada minuto.