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segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Noites Brutais


Depois de montar mais um quebra-cabeça de 5 mil peças, eu preciso de algo novo para fazer às 00h para tirar o stress do trabalho. Talvez esta seja a melhor oportunidade em anos para que o blog ganhe algumas postagens a mais. Talvez. Talvez não. Veremos.

Vou começar esta nova fase com o filme Noites Brutais. Admito que depois de um bom tempo, este foi um dos poucos filmes que assisti com expectativa, por causa das boas críticas lá fora. Isto me deu medo, mas fui corajoso em assistir. Óbvio que estou me referindo ao medo de não ter expectativas atingidas. Aqui é calejado. Precisa ser só algum filme muito terrível e assistindo às 03h da manhã (hora do demônio) para eu ter medo – valente nos teclados.

Já vou falar que o filme é bom e deixar o suspense para a sinopse. Em mais um possível acontecimento devido às tecnologias, conhecemos Tess que usou um aplicativo tipo airbnb para reservar uma casa num bairro meio estranho, enquanto está fazendo uma entrevista de emprego. Chegando no local, ela é surpreendida com o local já alugado por outro hóspede, Keith (Bill Skarsgård).

Toda a situação somada com a cara do novo IT cria uma mega desconfiança na personagem e na gente. Ficamos esperando algum golpe ou ação violenta a cada cena, mas ela demora um pouco mais para a aparecer e não como achamos que ela aconteceria. A história cresce e segue mais uma fase bem distinta para culminar no terceiro ato. É ali que percebemos como possivelmente uma grande parte do mundo reagiria aos fatos estranhos da casa e região.

Tentei não falar muito para não estragar a surpresa. Afinal, não é muito fácil encontrar um filme de terror bom hoje em dia.

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Noite Passada em Soho

Concretizar os sonhos está no imaginário de qualquer ser humano em sua busca de felicidade. Alguns são realmente possíveis e outros você vai perseguir a vida inteira e nunca conseguirá. Até aí tudo bem. O importante é tentar. Com certeza esse começo de texto estava em algum livro de autoajuda que está com muito desconto na black Friday para zerar o estoque.

Noite Passada em Soho começa de leve nos apresentando essa busca da jovem Eloise Turner (Thomasin McKenzie). Morando no interior da Inglaterra, a moça tem o desejo de tentar a carreira de estilista em Londres assim como sua falecida mamãe tentou. É de leve que o filme também nos indica que Eloise tem outra habilidade além da moda que é ver a mãe em reflexos de espelho.

Com a aprovação de uma bolsa de estudos, a menina parte para cidade grande e logo de cara ela percebe que a vida não será fácil tendo que lidar com colegas esnobes e fúteis. Decidida a vencer, Eloise resolve mudar para uma kitnet para tentar se afastar desse convívio estranho. A tentativa de se reconectar com si acaba indo por água abaixo, ou para o além, quando ela percebe que a cada vez que dorme, ela volta ao passado da Londres dos anos 60 na pele de Sandie, uma cantora novata.  

As primeiras noites têm um reflexo positivo em Eloise. Enquanto acompanha a tentativa de sucesso e romance de Sandie (Anya Taylor-Joy), a menina começa a evoluir em seus desenhos – inspirado no que está vendo nos sonhos- e na vida pessoal ganha mais confiança. Só que o contrário também acontece. Quando os planos de Sandie são frustrados e precisa se tornar uma prostituta, Eloise começa a ver cada vez mais fantasmas ao vivo o que a deixa sem controle de sua vida.

As duas histórias do filme são bem amarradas e se tocam em momentos cruciais da trama. Existem também alguns mistérios que vão acontecendo que ajudam o espectador a ficar cada vez mais envolvido. Tudo isso, feito com o estilo do já conhecido diretor, Edgard Wrigth (Baby Driver). O ritmo, a trilha sonora e jogo de imagens e cortes ajuda a embarcarmos 100% em tudo que está acontecendo na telona (este eu vi no cinema).

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

O Mistério da Ilha




Quem você levaria para uma ilha deserta? Essa pergunta besta, que é sempre feita para pseudocelebridades, já deve ter tido diversos tipos de respostas. Só que eu aposto que nenhuma delas chega perto do habitante da ilha paradisíaca deste filme. Antes que me xinguem, não acho que esta informação se consolida como spoiler porque fica claro no trailer que existe algo monstruoso ali. Obviamente eu sou precavido para reclamações nerds.

O mistério da ilha tem uma narrativa interessante. Tudo começa com a nossa personagem principal, Jenn, sobrevindo a algum tipo de naufrágio e acordando ao lado de um conhecido que está nos últimos suspiros de vida devido a um coral enfiado na barriga. A partir daí vamos acompanhando as descobertas da jovem nesta linda pequena ilha rodeada de águas cristalinas.


Inicialmente a situação de isolamento parece ser o grande problema, mesmo encontrando covas de uma família e alguns de seus pertences, dentre eles, uma caixa de fósforo. A primeira noite sozinha na ilha aparentemente também corre dentro do esperado. O curioso são os peixes esfacelados que ela encontra na areia. A garota começa a realizar pequenas ações de sobrevivência de escoteiro, mas com certeza no manual não consta nada sobre como reagir a encontros com monstros marinhos que só aparecem quando escurece. Yep. Isso mesmo. Senão bastasse toda a situação, Jenn tem que lidar todas as noites com um monstrinho faminto.  

Agora eu pergunto. Com um roteiro desses você vai assistir esperando um filme de Oscar ou já vai com as expectativas alinhadas ao gênero? Esta é uma pergunta essencial para a análise do filme. A minha eu posso adiantar – caso queiram saber. É uma boa pedida para assistir no sofá nestas noites congelantes deste pirado ano (espero que esta frase não seja atemporal).


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

MegaTubarão


MegaTubarão, MegaTubarão, MegaTubarão ecoaram os gritos numa bela tarde de sol quando uma criança e dois adultos decidiam qual filme assistir. A ideia parecia boa. Eles só não esperavam uma coisa. Que o filme fosse ruim? Não, que a conexão da internet caísse e travasse o filme sempre aos 25 min. Faz parte. Depois eu realmente comprovei que só iríamos perder tempo se tivéssemos conseguido assistir o filme inteiro.

Para quem não sabe, aqui vai um pouco de informação. Esse filme é uma adaptação de uma série de livros escritos pelo autor Steve Alten. Esse jovem gosta de umas histórias de terror. Além do MEG, ele tem outro livro sobre o famoso monstro do Lago Ness que eu particularmente acho que vai virar filme em algum momento. Me cobrem.

Para variar Jason Statham faz um personagem que é fodão e que sobrevive a tudo e a todos (até mesmo ao mergulhar com um tubarão gigante e assassino). Neste filme ele é Jonas Taylor, um mergulhador especializado em resgate que depois de uma missão meio ruim resolve tirar um sabático.


Cinco anos depois desses gargalos ele é convocado novamente para uma missão, só que desta vez ele precisa salvar sua ex-mulher que faz parte de uma expedição que investiga a vida submarina aonde nenhum humano já esteve... enfim, só uma desculpa para liberar o nosso amigo pré-histórico, MegaTubarão.


Depois da primeira aparição do bichão somos surpreendidos com cenas sanguinárias e ataques burros que não dão em nada. Tanto dos humanos, quanto do “pequeno” animal. É tanta burrada que eu fiquei na dúvida se torcia para o tubarão matar todo mundo logo ou para o pessoal matar a criatura. O legal é saber que provavelmente vai rolar uma continuação. Oremos. Mesmo com este desespero, espero estar aqui vivo para escrever também sobre esta continuação.          

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Operação Overlord


Coloca o CD, assiste a apresentação, escolhe o slot do save game e pronto. Você agora pode assistir Operação Overlord. É exatamente isso. Quem já jogou algum jogo de videogame com o tema Segunda Guerra Mundial, identificou as referências desde o primeiro minuto do filme. O bom é que não estou escrevendo isso de forma pejorativa. Eu veementemente achei legal essa experiência. Afinal, matar zumbis e nazistas é sempre legal e quando são os dois juntos, é uma boa pedida, meninos.  

O filme dirigido pelo novato Julius Avery acompanha a excursão de soldados americanos paraquedistas perto do famoso Dia D. A missão é complicada. Eles precisam destruir uma torre de rádio localizada numa estranha cidadezinha alemã.

Para deixar a história mais interessante (e mais real aos games) acompanhamos o soldado Ed Boyce (Jovan Adepo) tendo que lidar com a queda de seu avião que o transportava para a missão. O acidente mata quase o batalhão inteiro. Junto com ele, sobrevivem poucos soldados, entre eles o veterano soldado Ford (Wyatt Russell – filho do Kurt Russell).


Mesmo contra todas as probabilidades, os sobreviventes resolvem tentar cumprir a missão original. O interessante é que como nos games, a dificuldade vai aumentando a cada minuto. Os malvados nazistas usam a cidade como fonte para seus experimentos secretos. De acordo com o pensamento dos loucos, eles precisam de soldados imortais para o seu reinado de terror ser eterno, ou seja, zumbis são necessários para os pirados.


Como eu já disse no começo do texto, o filme é bom. Sua narrativa não é cansativa e não existem personagens burros (isso me irrita muito em filmes de terror). A única coisa que eu incluiria, seria algum easter egg ou menção ao universo Cloverfield já que o a Bad Robot é a produtora desta película. Adoro escrever película. Até parece que eu sou sério.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Jogador Nº 1


O pulso ainda pulsa. Com a desculpa de não escrever há um tempo, vou usar esse clichê para oficializar o meu retorno. Uma volta duradoura? Um último suspiro? Nunca saberemos. Para tentar alcançar aquele 1% de dignidade que eu tinha com nossos 15 leitores (10 são russos) vou apelar para o lado nerd e escrever algumas palavras sobre o filme Jogador Nº 1.

Baseado no livro de Ernest Cline, a adaptação cinematográfica ficou a cargo de um tal de Steven Spielberg (preciso fazer alguma apresentação?). Este é com certeza o filme mais nerd do ano de 2018. A história tem tantas referências à cultura pop que nem precisou terminar o ano para eu afirmar isso de forma enfática. Por sinal, são milhões de easter eggs que passam tão rápido que a cada vez que assisto eu vejo algo que não tinha percebido antes e fico com dor de cabeça por serem tão jogados.
Este filme bem animadinho e futura atração da sessão da tarde se passa em meados de 2045 onde a vida é tão difícil e sofrível que as pessoas preferem ficar dentro de um videogame chamado OASIS. Nesse espaço virtual, os usuários/jogadores podem ser o personagem que quiser e viver vidas fantasiosas seguindo as regras básicas dos games.
OASIS foi criado pelo genial e falecido James Halliday (Mark Rylance). Antes de morrer, Halliday deixou um desafio final cuja premiação tornará o vencedor herdeiro de todo este lugar fantástico. O mocinho da história é Wade Watts (Tye Sheridan) aka Parzival. Orfão e com uma trupe de amigos dispostos a ajuda-lo, o Ciclope..ops.. Wade terá que enfrentar mil e uma aventuras não só no mundo virtual como no real para conseguir resolver os enigmas e salvar todos os mundos. 
Jogador Nº 1 é um filme para você aproveitar o visual. Seu enredo é bem voltado para as crianças. As mesmas crianças que não entenderão metade das referências apresentadas no filme. Tudo bem. Eu sei bem como não é possível ter tudo o que quer. Final besta para o texto. Perdoe-me. Estou enferrujado. 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A Múmia


Desde que começamos a colocar classificações nos textos do MDZ eu estava querendo ser um pouco cruel e dar uma nota baixa. Não precisei esperar muito para fazer isso. Meus amigos, que espero que leiam essas linhas, sempre me acusam com difamações sobre a minha bondade com filmes ruins. Poxa, isso é uma calúnia (momento Quércia). Se eu estou esperando que um filme seja ruim, eu não critico. Agora... se a porra da expectativa está alta, é bom a bagaça ser boa. Melindres explicados, agora posso adiantar que este filme é ruim.  

A Múmia é o primeiro passo para o “Dark Universe”. A Universal teve a brilhante ideia de rivalizar com a Marvel e DC e tentar criar um universo com personagens clássicos do terror que eles possuem (Múmia, Drácula, Frankenstein, Lobisomem e etc). A essência desta vã tentativa eu concordo que é boa. Agora, obviamente, este filme inicial não ficou dos melhores. Para falar a verdade, ele é tão ruim que pode ter fechado a porta para os demais. No último parágrafo eu vou dar algumas sugestões de como deveria ter sido feito (minha parte humildade escreveu isso).


Em alguma época a milhares de anos atrás, a princesa egípcia Ahmanet (Sofia Boutella) tem um ataque de grandeza e resolve ressuscitar o deus Set, o mais malvado dos deuses egípcios. A garota mimada é impedida antes de concluir o ritual e recebe a pior das piores condenações da época (velha história, enterrada mumificada bla bla bla).


 Nos dias atuais, Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson), dois soldados do exército que na verdade são ladrões de catacumbas, entram em confronto com guerrilheiros no Iraque e acabam descobrindo acidentalmente a tumba de Ahmanet. Com o auxílio da doutora Jenny Halsey (Annabelle Wallis) a dupla resolve levar a grande descoberta para Londres.



Para seguir a história, a Múmia dá um jeito de reviver e atazanar os heróis da trama. No meio, para bagunçar as coisas e tentar explicar o tal do “Dark Universe”, ainda somos apresentados a uma organização chamada Prodigium, capitaneada pelo doutor Henry Jekyll (Russell Crowe).   
 

Uma das expectativas de tiro certo para a produção do filme foi contar com Tom Cruise como principal personagem. Caramba. Sem contar muito do filme, mas não adianta ter um grande ator se você vai colocá-lo numa história sem pé nem cabeça. A Universal tinha um rico material para trabalhar. E era fácil. Bastava manter uma história mais séria, com poucos efeitos especiais e com pitadas de terror que a franquia ia ser sucesso. Talvez eu esteja sendo ingênuo. Estamos num momento atual onde grandes franquias possuem justamente o contrário. Vários efeitos, piadinhas e roteiros simples. Se o filme seria melhor do meu jeito? Nunca saberemos.  
  

terça-feira, 13 de junho de 2017

Mulher-Maravilha


O ano de 2017 não está sendo fácil. Momento político, trabalho e feriados significam diretamente menos postagens no blog. Para tentar mudar isso, eu tenho que me comprometer e nada melhor para fazer isso do que em uma conversa por gtalk eu falar a frase mágica “deixa que eu escrevo sobre o filme xxx”. Bom, aí chegamos neste texto, conto, palavras sem nexo ou como você preferir chamar.

Mulher-Maravilha é um filme bem legal. Desta nova leva da DC, pós trilogia do Nolan do Batman, é disparado o melhor (não é só uma vitória moral). A história é bem redonda. Ela conta a origem e constrói a lenda desta personagem tão importante para os quadrinhos e para a vida real onde reforça a luta das mulheres pela igualdade de gêneros e mostra que elas são as grandes protagonistas também na vida real.  

O nome da Mulher-Maravilha para quem não sabe é Diana. Ela é filha da Rainha Hipólita e nasceu na ilha de Themyscira, morada das amazonas que foram criadas por Zeus para enfrentar Ares, o deus da Guerra.


Vivendo em constante treinamento para aprimorar suas habilidades e poderes para um possível retorno de Ares, a jovem Diana (Gal Gadot) é surpreendida quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine), em plena Primeira Guerra Mundial, acaba se acidentando nas águas de Themyscira. Junto com ele também surgem alguns alemães, o que força as amazonas a entrarem em conflito imediato.  

   
Com uma dose de inocência capitaneada pelo desejo de enfrentar o mal encabeçado por Ares, Diana resolve sair da ilha para acabar com o mal pela raiz. Ela e Steve Trevor então partem para o front onde os horrores da guerra se manifestam de várias formas e moldam o espírito de nossa heroína.  


Antes de assistir ao filme eu estava com uma impressão que os roteiristas se basearam no primeiro Capitão América (2011) para elaborar o tom da saga da Mulher-Maravilha no cinema, após assistir, essa ideia foi confirmada. Eu nem considero o palco “Guerra” para fazer a comparação e sim outros elementos bem visíveis na história. Como eu não sou estraga prazer e este filme vale a pena ser visto, vou ficando por aqui. Não gostei muito deste “vou ficando por aqui”, porém é o que restou da minha criatividade para a finalização da resenha. Prometo melhor no próximo.  


quinta-feira, 16 de março de 2017

Manchester à Beira-Mar


Hiatos são hiatos. As dificuldades em escrever materiais criativos são reais. No mês de janeiro o calor é insuportável. Estas frases latejam na minha cabeça esperando uma oportunidade para saírem. Deveria ser um blog sobre filmes novos, antigos, bons e ruins, mas acaba tendo outras funções. A necessidade de expressar certas vontades é algo inexplicável. As vezes sufocante as vezes irrelevante (para mim ou para outras pessoas)....

A vida diariamente nos apresenta desafios. Dizem que com eles aprendemos a ser adultos e responsáveis. Mas será que somos fortes o bastante para sobreviver aos mais duros golpes?

Manchester à Beira-Mar explora esta questão através de uma narrativa muito bem desenvolvida. A cada cena saímos da superficialidade inicial dos personagens para tentar compreender quem eles são. E quando tentamos imaginar um pouco sobre as sensações que os personagens estão sentindo, o impacto te deixa pensativo durante um belo tempo...

A história gira em torno de Lee Chandler (Casey Affleck). Um faz tudo emburrado que precisa retornar a sua cidade natal após receber a notícia da morte de seu irmão. Este trágico fato traz uma curiosidade. Em seu testamento, o irmão de Lee deixa a guarda de seu filho adolescente para ele e todas as responsabilidades que isto acarretará. Viver não é uma coisa fácil para Lee. Simplesmente as vezes não dá. Não existe jeito de contornar certas coisas. No decorrer da história vamos descobrindo como estas frases se encaixam perfeitamente para o personagem.


Mesmo se o filme não tivesse vencido alguns prêmios (entre eles o Oscar), eu estaria aqui recomendando positivamente para vocês assistirem Manchester à Beira-Mar. Pode parecer que eu estou meio sentimental ou que o estúdio me pagou para falar bem dele. Mas nada disso procede. Simplesmente o filme é bom e vale a pena ser assistido.



terça-feira, 14 de março de 2017

Moonlight

Um novo amor tem início enquanto cai o luar. Até aí nada demais. Além de influenciar o nível do mar, a lua já iluminou os pensamentos dela e até avisou que ele não vive sem o amor dela.
A diferença no longa do diretor Barry Jenkins é que o romance da vez é entre dois homens.

Sem pedir opinião para a caixa de comentários do G1, Moonlight chegou aos cinemas apresentando a jornada do norte-americano Chiron/ Black.

A história é contada a partir de três importantes capítulos na vida do protagonista - incluindo o reencontro com o amor na vida adulta.

Enquanto Chiron toma conhecimento de si e da própria sexualidade, há espaço para narrar os primeiros contatos com as dores e delícias da vida.

Com ênfase para as dores.

O segundo longa do diretor Barry Jenkins foi reconhecido (com uma dose de polêmica) como melhor filme do ano pela academia do Oscar.




segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mad Max: Fury Road

Um herói atormentado pelas vidas que não salvou. Como pano de fundo: um futuro apocalíptico. Algumas perseguições, ótimas cenas de ação e personagens femininas em destaque. Até aí, nada que o diretor George Miller não tenha explorado nas versões anteriores de Mad Max.

Os filmes da franquia Mad Max sempre funcionaram como uma espécie de espelho da sociedade, só que levada as últimas consequências. Nesta nova versão são água, leite, sangue e combustíveis que estão divididos entre algumas poucas facções, deixando uma maioria da população agarrada a um fio de vida.

O novo Max (vivido por Tom Hardy) inicia o longa em cativeiro, desempenhando o papel de banco de sangue de um grupo de kamikazes - que conceito.

É apenas após trocas de sopapos e outras desavenças que Max decide ajudar Furioza (Charlize Theron), a protagonista moral do filme, a resgatar cinco garotas de um harém.

Juntos, Max e Furioza decidem enfrentar o líder de uma das facções que controla com mão de ferro água e os demais recursos necessários para a sobrevivência.

Constatação: um problema de futuros apocalípticos é que certamente eu estaria entre as primeiras baixas.



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Namoro ou Liberdade

 
Liberdade. Simples e curto. Filme horrível que não mostra nada que o título sugere e totalmente fora da realidade. Recuso-me a gastar mais de um parágrafo para falar sobre essa bomba. Ainda gastei dinheiro para ver no cinema....ok, estava acompanhado e sem opção. Mesmo assim o filme continua ruim. Pior que os novos Sr. Fantástico (Miles Teller) e Tocha Humana (Michael B. Jordan) estão também nessa tragédia. Logo se vê que esse filme não serviu para nada. Sim, estou escrevendo isso após assistir a péssima nova versão do Quarteto. 
 
 
Aguarde minha crítica Quarteto Fantástico....        

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Need for Speed


Não sei se está virando mania desse blog, mas estamos craques em perder o time para postar alguns filmes por aqui. Contudo, todavia e porém eu não poderia deixar de contar a história atrelada a pré-estreia que eu assisti de Need for Speed. Antes que me perguntem/critiquem, sim, esse evento foi no começo de 2014... mais de um ano atrás!

As vezes eu tenho a brilhante ideia de convidar alguma menina para assistir essas pré-estreias, afinal de contas é um negócio legal. Você ganha pipoca, refrigerante e às vezes assiste bem antes que o resto do público normal. O fato mais curioso é a presença massiva de um bando de nerds. Eles não me incomodam, mas conseguem expor a verdadeira faceta de algumas mulheres. Ou seja, bastou um filme mediano como esse para eu perceber que a menina só poderia ser amiga. Eu odiaria ficar com uma mulher que critica filmes comerciais e não consegue vibrar com cenas impossíveis de carros voando e sendo puxados por helicópteros antes de cair mortalmente de um penhasco (tudo dentro da normalidade cinematográfica). Pensando bem, não é uma história tão incrível que precisaria ser contada de qualquer jeito, talvez seja só uma forma para preencher o começo do texto... sei lá, fica a seu critério e vamos ao resumo desse Velozes e Furiosos sem os assaltos e personagens bombados.

Aproveitando o sucesso da tal série Breaking Bad (que eu nunca vi), os produtores desse filme escolherem Aaron Paul (parece que ele era um mano chamado Jesse Pinkman no seriado) para ser o grande protagonista da história.

A trama acompanha Tobey Marshall (Paul) numa corrida de vingança e sangue pelas estradas americanas.... mentira, o enredo é meio óbvio, mas não tanto. Tobey é um mecânico cheio de dívidas que adora tirar rachas. Um ex-rival dele chega em sua cidade, Dino Brewster (Dominic Cooper), e oferece um trabalho para reformar e vender um carro antigo. Tobey aceita o negócio e consegue realizar a venda. Mas rivais são rivais e eles resolvem tirar uma corrida para ver quem é o melhor piloto. No racha um amigo de Tobey acaba sendo morto por culpa de Dino, mas é ele que é incriminado e jogado na cadeia!

Dois anos depois, após ser solto, Tobey começa a por em prática o seu plano de vingança. Ele pretende vencer a famosa corrida chamada “De Leon”, organizada secretamente por um apaixonado por carros (Michael Keaton), e assim conseguir as evidências para incriminar Dino.

Acho que não preciso escrever mais nada sobre o filme. O resto é mais do que óbvio e não ousaria zombar da inteligência de vocês com informações tão simples. Ou precisa? Ele vence a corrida, incrimina o cara e ainda pega uma bonitinha....