Mostrando postagens com marcador James McAvoy. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador James McAvoy. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de maio de 2017

Fragmentado


Nunca duvide de M. Night Shyamalan. Repita isso 10 vezes sempre quando pensar o contrário. Fragmentado surgiu quando ninguém esperava e se tornou um sucesso que uniu todas as tribos, assim como foi o Norvana.... Exagerei. Brinquei. Mas, como toda brincadeira, esta também tem um fundo de verdade. Depois de alguns erros, o diretor indiano pode comemorar o retorno das críticas positivas, dos grandes lucros e, principalmente, o sinal verde para continuar a expandir suas histórias.

O filme começa com três adolescentes sendo sequestradas por um tipo muito estranho em pleno estacionamento de um shopping. Apesar do captor se chamar Dennis, com o passar do tempo no cativeiro, as jovens descobrem que Dennis é só uma das 23 personalidades dentro da cabeça de Kevin (James McAvoy). Entre uma ou outra tentativa de fuga, a mais espertinha (e também mais esquisita) das meninas, Casey (Anya Taylor-Joy), descobre que a zica mesmo vai acontecer quando a besta chegar, ou quando a personalidade número 24 tomar conta do corpo de Kevin.
    

Fragmentado é uma história singular que dá muito certo pelas atuações do elenco e por surpresas que aparecem no decorrer de todo o filme, inclusive na última cena. Este final é mais uma prova do talento de contador de histórias do diretor e um puta motivo para ficarmos atônitos.



Imaginar os próximos passos já seria fácil após assistir o filme. Escrever este texto com 3 meses de atraso então, é muito injusto fingir alguma previsão. Por isso, vou terminar com uma informação. Shyamalan praticamente terminou o roteiro do terceiro filme deste universo.... repare que eu não falei em nenhum momento qual foi o primeiro...


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Em Transe



Danny Boyle entrou na minha lista de diretores preferidos após os filmes Extermínio e 127 Horas. Estar nesta seleta lista, significa, que mesmo que o filme fale sobre a reprodução das amebas, eu assistirei e, provavelmente, falarei que o filme é bom. Sendo assim, não tive dúvidas de assistir “Em Transe” após chegar ao cinema e ver tantas boas opções nacionais e internacionais. Minha opinião sobre mais este filme de Boyle? Uma boa distração depois de um dia emocionalmente estressante.

Em Transe, como o nome já diz, tem a sua trama envolta do hipnotismo. O filme começa com Simon (James McAvoy) apresentando o seu trabalho numa casa de leilão. Ele mostra todas as particularidades do negócio e como reagir caso ocorra um assalto.



Mesmo com a alta tecnologia e com todo o treinamento, uma gangue resolve roubar um importante quadro. Durante o assalto, Simon tenta esconder a famosa pintura, mas é surpreendido por um dos ladrões e, na tentativa de enfrentar o bandido, ele leva uma coroada na cabeça e desmaia. Enquanto o jovem fica desmaiado, o bandido, interpretado por Vincent Cassel, percebe junto com os seus comparsas que a pintura sumiu.



Depois de ficar um tempo no hospital e perceber que está com amnésia sobre o paradeiro do quadro, descobrimos que Simon também faz parte da gangue. O problema é que os bandidos não acreditam na tal amnésia e o torturam bastante. Depois de muito sofrimento, todos se convencem da perda de memória e partem para um tratamento não muito convencional, o hipnotismo.



Simon escolhe a doutora Elisabeth (Rosario Dawnson) para ajudá-lo. Logo na segunda sessão, ela descobre o intuito dos bandidos e topa ajudar, recebendo a sua parte também. O desenrolar da história reserva algumas reviravoltas, principalmente na facilidade em que Simon entra em transe. Essa reviravoltas, juntando com esse tema muito mental, cria brechas para algumas interpretações livres sobre a trama e final, o que também pode ser reconhecido como falhas no roteiro. De qualquer forma, foi uma boa escolha para uma quinta-feira à noite, ver a maravilhosa Rosario Dawnson e o trabalho de Danny Boyle é sempre uma boa pedida.