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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O Sombra


- Qual filme eu escrevo para o MDZ?
- Star Wars, jovem
- Tá bom. Deixa comigo

É desta forma que eu começo este texto sobre O Sombra. Esta adaptação de 1994 não foi a primeira deste clássico super-herói, que começou a sua carreira de combate ao crime na década de 30, e acho que dificilmente será a última. Acredito nisso porque estão fazendo tantos filmes de heróis e reboots de coisas antigas que juntando esses dois quesitos a chance de mais uma versão potencializa bastante.


Apesar do personagem principal, Lamont Cranston, ser interpretado por Alec Baldwin eu sempre pensei que era o irmão, William Baldwin, que assumiu quando o herói colocava a capa. Pode ver nas fotos, o bicho é igualzinho. Ainda bem que o Google me ajudou nessa parada. Acho que já dei uma enrolada básica e posso continuar com a sinopse deste filme bem mediano.

Alec
William
Lamont Cranston é um americano que foi para o lado negro da força e comanda umas facções na Ásia (ah, estamos falando de um momento pós Primeira Guerra Mundial). Mesmo sendo um cara cruel e malvado, ele recebe uma chance para se redimir e se tornar um vigilante para combater o mal. O queridão aceita a chance e, depois de muito treinamento, Cranston volta para Nova York com poderes ocultos da mente e assumindo a alcunha de Sombra.


Quando a vida parecia complicada, mas perfeitinha, o vigilante noturno é confrontado por Shiwan Khan, ancestral de Genghis Kahn. O vilão oferece inicialmente uma oportunidade de ambos juntarem suas forças para dominarem o mundo. Cranston recusa a parceria e assim a confusão fica armada. Para aumentar a equação dos problemas, uma misteriosa personagem, Margo Lane (Penelope Ann Miller), surge na história mostrando resistência aos poderes de Lamont e com uma ligação familiar que pode levar ao caos atômico.



Eu simplesmente escolhi escrever sobre este filme porque eu sou um rebelde sem causa. Mentira. Na verdade, eu estou numa cruzada para falar um pouco sobre filmes que marcaram minha infância e adolescência. Estes filmes moldam o caráter ou servem só para passar o tempo? Essa é uma questão que eu não posso responder sozinho. Ps: Vou me esforçar para o próximo filme ser o novo Star Wars. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O Hobbit – Uma Jornada Inesperada



J.R.R. Tolkien escreveu livros maravilhosos que inspiraram filmes incríveis. Para mim, a sua maior qualidade foi criar um mundo fantasioso cheio de detalhes que poderiam muito bem ter acontecido em alguma era perdida há milhões de anos atrás. Mapas, histórias e contos fluíram intensamente da cabeça de Tolkien para as páginas dos livros e ganharam muitos fãs, dentre eles, um neozelandês chamado Peter Jackson.

Jackson era um bom diretor com poucos filmes no currículo quando adquiriu os direitos e planejou as filmagens simultâneas dos três filmes do Senhor dos Anéis. Após o lançamento da primeira parte, A Sociedade do Anel, o diretor neozelandês confirmou todas as boas expectativas e transportou com muita qualidade as histórias da Terra-Média para as telonas. Os dois outros filmes, As Duas Torres e O Retorno do Rei, só coroaram Jackson como um dos melhores diretores de todos os tempos e aumentaram em alguns milhões o número de fãs das obras de Tolkien.

Entretanto, todavia e contudo, as histórias da trilogia do anel não foram as primeiras escritas por Tolkien. Tudo começou com O Hobbit, livro que hoje é considerado um prelúdio para a grande saga que envolve o Um anel. Óbvio que em algum momento esta história também chegaria aos cinemas. E quem ficou responsável novamente pela adaptação? Guillermo del Toro, sim o mexicano durante um bom tempo era o diretor encarregado, mas depois de alguns gargalos de agenda ele ficou somente ajudando no roteiro enquanto Peter Jackson assumiu novamente a cadeira de diretor.


Novamente também é a escolha de Jackson por dividir o filme em três partes. Uma Jornada Inesperada inicia nos transportando ao Condado, onde, em seu 111º aniversário, Bilbo Bolseiro resolve escrever um livro sobre suas antigas aventuras. O pequenino de pés peludos começa contando a história da Montanha Solitária, outrora lar dos anões que foi tomada como moradia do terrível dragão Smaug junto com todo o ouro dos anões.


O mago Gandalf (Ian Mckellen) resolve ajudar Thorin Escudo-de-Carvalho (descendente direto do rei da Montanha Solitária) a criar uma companhia para expulsar Smaug e retomar o tesouro e lar dos anões. Para a missão, os dois convocam 12 anões guerreiros e mais o inocente hobbit, Bilbo (Martin Freeman), para embarcarem na perigosa jornada.


Trolls, Goblins e um conhecido personagem precioso completarão esta primeira parte da nova trilogia, deixando o retorno ao universo da Terra-Média muito mais divertido e cativante. Para aumentar o entretenimento, O Hobbit é o primeiro filme rodado em 48 quadros, ou seja, o dobro do usado em todos os outros filmes. A realidade é tão absurda que qualquer definição escrita não consegue explicar este novo estilo de filmagem. Peter Jackson caminha lado a lado com James Cameron nas inovações tecnológicas do cinema, nos convencendo a cada filme que não existe limites para a sétima arte. Anotem em suas agendas as próximas viagens a Terra-Média: 13 de dezembro de 2013 e 18 de julho de 2014.