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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Vingadores: Guerra Infinita




Segunda marcha. Posso definir assim esse texto. Não só por ser o segundo conteúdo após um grande hiato, mas também por este filme ainda estar acelerando para o seu ápice.  

A estrada dos filmes da Marvel é um caminho muito mais planejado do que os filmes da DC. Pensando friamente, é uma discussão que não deveria mais ser levantada enquanto a DC não criar vergonha na cara e colocar todo o seu universo na mesma página. Se pá, isso está começando a acontecer. Mas quem garante que algum gênio não vai resetar novamente os personagens? Enfim, estou aqui para falar de mais um belo capítulo cinematográfico da editora coirmão.

Guerra Infinita é a primeira parte de uma grande saga que estava sendo executada em pílulas jogadas em filmes da Marvel. Toda essa preparação atingiu desde Guardiões da Galáxia até Doutor Estranho. Seja por pequenos acontecimentos ou cenas pós-crédito, a semente estava lá plantada e, por isso, conseguiram o meu respeito.

Com 1.300 personagens e histórias paralelas para serem lidadas em um só filme, os Irmãos Russo (Capitão América 2) mostram que realmente são muito bons diretores. A dinâmica existente entre heróis e cortes de edição é algo de impressionar até os mais neófitos nas questões dos quadrinhos e truques cinematográficos.
O filme começa com a queda de Thor (Chris Hemsworth) para o titã, Thanos (Josh Brolin). O semideus busca as joias do infinito para preencher a sua grande manopla e colocar em prática um plano que tem uma certa lógica crua e doentia.
Esta busca de Thanos é o centro da história. Enquanto o vilão tenta cumprir sua missão, os heróis trabalham em conjunto para tentar salvar não somente a Terra, mas como todo o universo. Isso significa acompanharmos as mais estranhas alianças como Thor, Rocket e Groot ou vibrar enquanto Pantera Negra, Capitão América e Bucky protegem o Visão das garras do monstro roxo.            

Eu sei que muita coisa aconteceu neste filme. Num primeiro momento posso ser chamado de louco por achar que ainda estamos na segunda marcha. Mas vou explicar de uma forma simples. Na minha humilde opinião, vão acontecer tantas coisas no próximo filme, que ali será o tal engatar uma marcha rápida e sair em disparada. E olha que eu acho que acontecerão sérias consequências para personagens muito importantes. Agora é aguardar e esperar e ver se eu estava certo nessa pequena previsão. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Caça aos Gângsteres


Desde que o nosso louco planeta azul existe os mais fortes tentam se sobressair sobre os mais fracos. O medo foi arma poderosa nas mãos de tiranos e bandidos. Muito sangue foi jorrado também porque as pessoas ficaram de braços cruzados, aposto que elas seriam o equivalente aos babacas de hoje que só sabem reclamar por meio da internet.    

Caça aos Gângsteres se aproveita de uma história verídica para mostrar uma resposta dos bons contra o mal. Numa época famosa pelos mafiosos, um pequeno grupo de policiais deixa o senso do correto falar mais alto em seus pensamentos para combaterem bandidos inescrupulosos, não se importando com as consequências que seus atos podem trazer.

O ano é 1949. Na Los Angeles pós Segunda Guerra Mundial quem realmente comanda a cidade é o mafioso Mickey Cohen (Sean Penn). Comprando policiais, juízes e políticos, o bandido exerce e aumenta o seu poder através do medo e da violência.


Cansado de ver a cidade tomada por um bandido, o chefe de polícia, Bill Parker (Nick Nolte), convoca o Sargento John O’Mara (Josh Brolin) para liderar uma força-tarefa para derrubar o império de Cohen. O intuito é usar táticas de guerrilha para acabar com o mafioso e destruir todas as suas operações para que nenhum outro bandido assuma.


John começa a sua missão recrutando policiais incorruptíveis que nem ele. Coleman Harris (Anthony Mackie), Conway Keeler (Giovanni Ribisi), Max Kennard (Robert Patrick) e Navidad Ramirez (Michael Peña). Para completar o time, o Sargento Jerry Wooters (Ryan Gosling) junta-se ao esquadrão para buscar vingança e tentar resolver o seu problema amoroso...ele se apaixona por Grace (Emma Stone), namorada de Mickey. 


Lendo essa sinopse, o filme lembra muito o grande clássico Os Intocáveis. Ambos os filmes buscam enfrentar um mafioso por meio de uma equipe formada por bons policiais. Obviamente Caça aos Gângsteres não é melhor que o filme de Brian de Palma e nem vai ser lembrado por cenas memoráveis, porém, o filme é bom sim, o diretor Ruben Fleischer (Zumbilândia) aposta em efeitos interessantes como câmera congelada, luz forte e velocidade reduzida para misturar com diálogos engraçados e deixar a história redonda e com bastantes cenas de ação. Resumo da ópera, você não sairá decepcionado se assistir ao filme, ele é uma boa escolha, mesmo quando você espera assistir outro filme e acaba sendo obrigado a assistir ele (aconteceu isto comigo quando tentei ver Lincon).