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terça-feira, 14 de junho de 2016

Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos


Acreditar e se envolver com a história do filme que você está assistindo são os principais alicerces para uma opinião positiva do mesmo. Na prática, podemos incluir também uma dose de baixa expectativa nesta fórmula matemática. Em Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos, todos os itens desta equação são favoráveis para um texto brando e com alguns elogios.

O filme começa mostrando a desolação de Draenor, o planeta natal dos Orcs. Para garantir a sobrevivência de sua espécie, Gul’dan, líder da horda de orcs comanda uma invasão ao planeta Azeroth usando um misterioso portal negro que é aberto após ele sugar a energia vital de seus escravos.

Porém, a magia negra de Gul’dan não passa despercebida quando ele começa os primeiros ataques em Azeroth. Khadgar, um jovem aprendiz de mágico, alerta Anduin Lothar (Travis Fimmel), cavaleiro do Reino de Ventobravo, sobre os perigos e pede para ele procurar ajuda com o guardião Medivh (Ben Foster).


Paralelamente a esta possível guerra entre os povos, Durotan (Toby Kebbell), líder de uma tribo de orcs percebe que pode estar apoiando o lado errado e tenta uma aliança com os humanos para salvar seu povo e, principalmente, sua família.  



Basicamente este é o enredo do filme dirigido por Duncan Jones (filho de David Bowie e diretor de Contra o Tempo). Obviamente a história reserva algumas reviravoltas e como tudo que envolve política, sempre aparece um pessoal agindo por baixo dos panos e fazendo esquemas. Muitas brigas e efeitos especiais também fazem parte do escopo. A volta dos espectadores, a um mundo fantástico como em Senhor dos Anéis e Avatar, é com certeza uma diversão garantida para assistir nos cinemas. Espero inclusive que tenha uma continuação.   



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O Grande Herói


Filmes de guerra sempre me fascinaram. Eu não sei direito o motivo. Talvez seja alguma herança de vida passada ou simplesmente aquele desejo masculino de brigar.  Além da Linha Vermelha, Platoon e Resgate do Soldado Ryan estão facilmente no topo dos meus favoritos. Claro que Apocalipse Now e Falcão Negro em Perigo e alguns outros merecem destaques também. Pensando melhor, se eu ficar aqui só falando de filmes bons de guerra, já lotaria uns dois parágrafos. E, já que estamos falando sobre isso, pode colocar O Grande Herói nessa lista! 
Diz a lenda que esse filme é baseado numa história verídica (sempre fico com um pé atrás quando falam isso). Ele conta a história de quatro soldados: Michael Murph (Taylor Kitsch); Marcus Luttrell (Mark Wahlberg); Matthew Axelson (Ben Foster) e Danny Dietz (Emile Hirsch) que são enviados para o Afeganistão para capturar um meliante muito perigoso.

No decorrer da missão, os quatro soldados acabam topando com alguns fazendeiros locais e, após um debate de bons valores (que eu duvido que tenha acontecido da forma retratada), eles resolvem não matar eles e abortar a missão. O grande problema é que o grupo é descoberto por uma tropa do Talibã e, para complicar mais ainda, eles ficam sem comunicação para pedir reforços.

 
A situação fica mais do que complicada para os quatro soldados. São tantos inimigos, que nem mesmo o super-treinamento dos famosos “Seals” que eles receberam consegue trazer uma tranquilidade para o grupo. E olha que ainda acontecem alguns outros gargalos que eu não quero contar para não estragar as surpresas.

Como a maioria dos filmes de guerra americanos, esse também tem um lado bem patriota. Mas o principal é o companheirismo entre os soldados. Uma ligação forte, criada desde os árduos treinamentos, e demonstrada nos momentos mais difíceis. E é sobre esses momentos mais difíceis que eu quero finalizar o texto. Simplesmente, nem fudendo que metade das cenas de ação do filme aconteceu do mesmo jeito na vida real (depois de assistir ao filme, essa frase vai fazer total sentido).