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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O Grande Herói


Filmes de guerra sempre me fascinaram. Eu não sei direito o motivo. Talvez seja alguma herança de vida passada ou simplesmente aquele desejo masculino de brigar.  Além da Linha Vermelha, Platoon e Resgate do Soldado Ryan estão facilmente no topo dos meus favoritos. Claro que Apocalipse Now e Falcão Negro em Perigo e alguns outros merecem destaques também. Pensando melhor, se eu ficar aqui só falando de filmes bons de guerra, já lotaria uns dois parágrafos. E, já que estamos falando sobre isso, pode colocar O Grande Herói nessa lista! 
Diz a lenda que esse filme é baseado numa história verídica (sempre fico com um pé atrás quando falam isso). Ele conta a história de quatro soldados: Michael Murph (Taylor Kitsch); Marcus Luttrell (Mark Wahlberg); Matthew Axelson (Ben Foster) e Danny Dietz (Emile Hirsch) que são enviados para o Afeganistão para capturar um meliante muito perigoso.

No decorrer da missão, os quatro soldados acabam topando com alguns fazendeiros locais e, após um debate de bons valores (que eu duvido que tenha acontecido da forma retratada), eles resolvem não matar eles e abortar a missão. O grande problema é que o grupo é descoberto por uma tropa do Talibã e, para complicar mais ainda, eles ficam sem comunicação para pedir reforços.

 
A situação fica mais do que complicada para os quatro soldados. São tantos inimigos, que nem mesmo o super-treinamento dos famosos “Seals” que eles receberam consegue trazer uma tranquilidade para o grupo. E olha que ainda acontecem alguns outros gargalos que eu não quero contar para não estragar as surpresas.

Como a maioria dos filmes de guerra americanos, esse também tem um lado bem patriota. Mas o principal é o companheirismo entre os soldados. Uma ligação forte, criada desde os árduos treinamentos, e demonstrada nos momentos mais difíceis. E é sobre esses momentos mais difíceis que eu quero finalizar o texto. Simplesmente, nem fudendo que metade das cenas de ação do filme aconteceu do mesmo jeito na vida real (depois de assistir ao filme, essa frase vai fazer total sentido).  

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dose Dupla


Depois de uma semana estressante, querendo matar o primeiro ser babaca que eu encontrasse na frente, eu saí do trabalho e resolvi assistir um filme de ação, na vida real ou na ficção, cabeças iam rolar. Por sorte acertei na escolha.  Dose Dupla, aparentemente, era mais um daqueles filmes onde os mocinhos matam todo mundo enquanto fazem piadas infames, na verdade ele é tudo isso, mas acrescente uma história bacana de pano de fundo e dois atores muito bons como protagonistas, Denzel Washington e Mark Wahbelrg.

Os tiroteios… ops… a história começa com os bandidos Robert Trench (Washington) e seu parceiro Michael Stigman (Wahlberg) negociando passaportes falsos, com um grande traficante mexicano, em troca de cocaína. Depois de conseguir dinheiro em vez da droga, descobrimos que Trench é um agente da DEA. Precisando de novas provas, o agente disfarçado decide roubar um banco onde o rei do cartel esconde uma parte do seu dinheiro, de lambuja ele incriminaria Stig e resolveria perfeitamente o caso.


Só que nesta história não existe somente um mentiroso em relação a verdadeira identidade. Após o roubo, Stig também se revela ser um agente disfarçado que está atrás do mesmo traficante. Complicando mais ainda a trama, no banco eles roubaram muito mais dinheiro do que achavam que tinha, o que fará os verdadeiros donos irem atrás dos dois.


A expressão “é uma cilada, Bino” pode ser usada em várias partes do filme. A dupla sobrevive com esperteza e astúcia em cada mudança na trama. Apesar da maioria das surpresas serem fáceis de prever, Dose Dupla foi uma boa escolha, afinal de contas, tiros e explosões sempre ajudam a esquecer o stress da vida real.