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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Guerra Mundial Z



Os zumbis podem ser considerados os monstros do momento. Com seu jeito nada complicado de entender, estes seres estão em várias vertentes do cenário cultural atual. Gibis, livros, séries e filmes sobre os mortos-vivos brotam a cada clique no F5 e ajudam a aumentar a fascinação sobre o tema. Guerra Mundial Z é mais um exemplo de como o assunto está em alta. Produzido e estrelado por

Brad Pitt, o filme passou por alguns percalços na sua finalização e precisou ter o final reescrito. Só que em poucos dias de exibição, a bilheteria foi enorme e garantiu, no mínimo, uma continuação. Ponto para os zumbis!

Esta é a versão cinematográfica do livro homônimo de Max Brooks.  Mesmo com as diferenças nítidas nos dois conteúdos, ambos conseguem satisfazer os seus espectadores. Ou seja, em outras palavras, já estou deixando subentendido que eu gostei deste filme. Já que fui precipitado em expressar a minha opinião, vamos deixar de enrolação e partir para a história.

A trama começa apresentando Gerry Lane(Pitt), um ex-funcionário da ONU que agora só quer saber de cuidar da sua mulher, Karin, e suas duas filhas. Durante um trânsito infernal em Filadélfia, o caos acontece e subitamente ele se vê cara a cara com a epidemia zumbi. Conseguindo escapar, Gerry e sua família são resgatados e enviados para um porta-aviões no meio do oceano graças a Thyerry Umutoni, um antigo amigo da época de ONU.


Só que não foi a amizade que proporcionou o resgate. Umutoni precisa que Gerry ajude nas investigações que levam ao paciente zero do vírus. Apesar da recusa inicial, Lane se vê obrigado a cooperar para garantir a estadia segura de sua família.  Ele então embarca numa viagem ao redor do mundo para encontrar as possíveis pistas de uma cura e, assim, salvar a humanidade e seus entes queridos.

Alguns cinéfilos podem dizer que os filmes antigos de zumbis eram uma crítica à sociedade ou algum outro significado filosófico antropológico. Desculpe acabar com essa ladainha. Mas não. Esta é mais uma forma de garantir boas histórias de terror e suspense. Vamos apreciar os novos materiais que estão sendo criados, deixar aumentar a mitologia zumbi e nos divertir com tudo isso.

domingo, 2 de dezembro de 2012

O Homem da Máfia


Um conto de bandidos. Essa é a melhor definição que posso dar para O Homem da Máfia. Um filme curto com uma narrativa e personagens caricatos e comuns dentro do submundo do crime. Adianto também para tomarem cuidado ao assistir esse filme nas sessões tardes do cinema ou no sofá de casa. Apesar da trama ser um pouco complexa todos os personagens contam alguma historinha, deixando o filme muito mais falado, ou seja, ele é meio paradão.

Tudo começa quando o mafioso Johnny “Esquilo” Amato planeja um assalto a uma casa de jogos. Seu plano é simples, usar dois cabeça de bagres para fazer o serviço e deixar que a culpa caia em cima de Markie (Ray Liotta), dono da tal casa que há muito tempo planejou um assalto ao seu próprio espaço e confessou numa bebedeira.  
Esquilo coloca seu plano em ação e,a culpa recaí em cima de Markie como planejado. Desconfiado dos verdadeiros envolvidos, os maiorais da máfia contratam Jackie Cogan (Brad Pitt) para investigar o roubo e eliminar os culpados. Cogan só não esperava que seria tão simples descobrir os verdadeiros ladrões. Um dos capangas de Esquilo acaba abrindo o bico e conta tudo para um amigo de Cogan, deixando a vingança muito mais fácil de ser feita. Como diz o próprio Cogan “O que acontece com esses caras? Eles gostam de ficar na cadeia?”

Ladrões, esquemas em lavanderia, prostitutas, assassinos e viciados, todos os estereótipos aparecem neste filme.  O diretor Andrew Dominik também tenta dar um toque cult colocando momentos da eleição pós George W. Bush durante as ações do filme, fazendo assim um paralelo entre política e máfia, mostrando que só o dinheiro importa. Andrew usa ainda alguns artifícios tentando deixar o filme estiloso, pena que neste processo o filme se torna lento, influenciando a minha opinião final sobre o mesmo. Posso dizer que ele é bom, mas não fantástico, é um filme que você não saí decepcionado do cinema.