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terça-feira, 13 de junho de 2017

Mulher-Maravilha


O ano de 2017 não está sendo fácil. Momento político, trabalho e feriados significam diretamente menos postagens no blog. Para tentar mudar isso, eu tenho que me comprometer e nada melhor para fazer isso do que em uma conversa por gtalk eu falar a frase mágica “deixa que eu escrevo sobre o filme xxx”. Bom, aí chegamos neste texto, conto, palavras sem nexo ou como você preferir chamar.

Mulher-Maravilha é um filme bem legal. Desta nova leva da DC, pós trilogia do Nolan do Batman, é disparado o melhor (não é só uma vitória moral). A história é bem redonda. Ela conta a origem e constrói a lenda desta personagem tão importante para os quadrinhos e para a vida real onde reforça a luta das mulheres pela igualdade de gêneros e mostra que elas são as grandes protagonistas também na vida real.  

O nome da Mulher-Maravilha para quem não sabe é Diana. Ela é filha da Rainha Hipólita e nasceu na ilha de Themyscira, morada das amazonas que foram criadas por Zeus para enfrentar Ares, o deus da Guerra.


Vivendo em constante treinamento para aprimorar suas habilidades e poderes para um possível retorno de Ares, a jovem Diana (Gal Gadot) é surpreendida quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine), em plena Primeira Guerra Mundial, acaba se acidentando nas águas de Themyscira. Junto com ele também surgem alguns alemães, o que força as amazonas a entrarem em conflito imediato.  

   
Com uma dose de inocência capitaneada pelo desejo de enfrentar o mal encabeçado por Ares, Diana resolve sair da ilha para acabar com o mal pela raiz. Ela e Steve Trevor então partem para o front onde os horrores da guerra se manifestam de várias formas e moldam o espírito de nossa heroína.  


Antes de assistir ao filme eu estava com uma impressão que os roteiristas se basearam no primeiro Capitão América (2011) para elaborar o tom da saga da Mulher-Maravilha no cinema, após assistir, essa ideia foi confirmada. Eu nem considero o palco “Guerra” para fazer a comparação e sim outros elementos bem visíveis na história. Como eu não sou estraga prazer e este filme vale a pena ser visto, vou ficando por aqui. Não gostei muito deste “vou ficando por aqui”, porém é o que restou da minha criatividade para a finalização da resenha. Prometo melhor no próximo.  


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Velozes & Furiosos 6


A franquia Velozes & Furiosos já passou por tantas reviravoltas que eu não me surpreenderia se eles impedissem uma invasão alienígena ou uma horda de zumbis em algum futuro filme da série. A turminha dos carros tunados já foram bandidos, Robin hoods e, agora, se tornaram os consultores da polícia. Isso sem contar os personagens que morreram e voltaram. Esta sexta parte chega para contar os porquês de possíveis falhas na “mitologia” e criar brechas para mais continuações. Sim, você leu corretamente…teremos novos filmes em breve.

O filme mostra os pilotos curtindo a vida com o dinheiro que ganharam do assalto no Rio de Janeiro (Quinto filme). Só que morar num lugar paradisíaco sem ninguém enchendo o seu saco não é o bastante para os renegados que desejam retornar aos Estados Unidos, seu verdadeiro lar.

Num belo dia ensolarado, o agente Luke Hobbs (Dwayne Johnson) bate a porta de Dominic Toretto (Vin Diesel) oferecendo anistia pelos crimes cometidos caso ele e sua equipe ajudem a capturar o criminoso Owen Shaw (Luke Evans), um ex-agente das Forças-Especiais da Inglaterra. Apesar de recusar a oferta de imediato, Dom é surpreendido por Hobbs quando ele conta que Letty (Michelle Rodriguez) está viva e trabalhando para Shaw…..uauuuu


Obviamente que o careca aceita depois dos argumentos expostos, mas claro que ele não vai sozinho na missão e leva O´conner (Paul Walker), Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris), Han (Sung Kang) e Gisele (Gal Gadot) para ajudá-lo.


É na cena pós-créditos que percebemos todas as intenções dos produtores, roteiristas e etc. Ela deixa claramente a mensagem que este é um filme intermediário para algo maior. Pena que não seja algo que leve ao final da franquia….