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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Baby Driver - Em Ritmo de Fuga

Baby?
B - A - B - Y. Baby.

Chega às telas esta sexta Baby Driver - Em Ritmo de Fuga. Mas o blog MdZ conferiu com antecedência a nova produção de Edgar Wright. (Soou bonito, mas a gente só assistiu a pré-estreia).

Baby Driver é um talentoso piloto de fuga que precisa cumprir um último trabalho antes de largar o crime e rodar pelas estradas da vida.
O problema é que a última corrida nunca chega.

Kevin Spacey, Jon Hamm e Jamie Foxx brilham durante as escapadas engenhosas e uma ou outra parada para repartir os louros do crime.

O destaque é o ritmo do filme, assinatura do diretor Edgar Wright nos seis longas que levam seu nome. Em Baby Driver, a trilha sonora e os elementos urbanos ditam o ritmo com transições criativas entre as cenas, garantindo uma sensação de agilidade e coesão à história.

De negativo um final um pouco arrastado, com uma ou duas reviravoltas que poderiam ter ficado na sala de edição. Ainda assim, vale o dinheiro e as horas gastas pela viagem.  

Quatro cafés para acompanhar, por favor.



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro


Escrevo esse texto já sabendo que o próximo filme do Homem-Aranha será com outro ator (Tom Holland) e que novamente a história será reiniciada. Vocês não imaginam o quanto eu fico desanimado para escrever o resto dos parágrafos. Vou me arrastando, mas acredito que irei conseguir. Obvio que essa decepção toda é causada pela Sony que precisa fazer um filme do aracnídeo a cada x anos (não sei quantos ao certo) senão eles perdem a licença.  
A continuação começa contando um pouco mais do passado dos pais de Peter Parker e sua ligação com Norman Osborn. No presente, o jovem adulto Peter (Andrew Garfield) resolve terminar seu relacionamento com Gwen Stacy (Emma Stone) com medo que ela sofra consequências de sua vida heroica de super-herói. Vida que também acaba enfrentando uma nova ameaça, o vilão Electro (Jamie Foxx).


Para bagunçar um pouco mais a vida pessoal com a de herói, surge o filho de Norman e amigo de Peter, Harry, que descobre que tem a mesma doença rara do pai e que a sua única salvação pode ser o sangue do Homem-Aranha. Ou seja, problemas não faltam para serem resolvidos pelo amigo da vizinhança.

Lembro que no começo do texto sobre o primeiro filme eu relacionei essa nova versão do Homem-Aranha com a nossa querida novela (ou série) global, Malhação. Tinha alguma esperança que o personagem e a história evoluíssem e ficassem um pouco mais maduros. Até aconteceu uma pequena evolução. Não tem como negar. Mas com esse novo reboot chegando, “O Espetacular Homem-Aranha” será eternamente lembrado como a Malhação sem o Pasqualete.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O Ataque


É bem normal um filme trazer várias referências a outros mais antigos que só vimos em vídeo-cassete, DVD ou nos canais a cabo. Por este argumento e assistindo O Ataque eu começo a perceber que estou ficando velho. O filme e seu personagem principal são inspirados claramente num grande ícone da minha infância,

 John McClane. Desde a regata branca, os problemas familiares, o primeiro nome igual e, principalmente a história, o herói vivido por Channing Tatum faz alusão aos filmes da série Duro de Matar. Como um grande fã de filmes deste tipo, eu não me incomodo nem um pouco com todas essas referências, sobretudo porque eu assisti e gostei do filme.

A trama tem algumas questões atuais. Ela começa com o Presidente dos EUA, James Sawyer (Jamie Foxx), planejando a paz no Oriente Médio com a retirada das tropas americanas e uma série de ações diplomáticas. Paralelamente a este fato histórico, o segurança John Cale (Tatum) consegue uma entrevista de emprego na Casa Branca para o serviço secreto.

Já imaginou o que vai acontecer, não? Uma turminha obviamente não gostou das ideias do Presidente e resolvem tomar a Casa Branca bem quando John está presente (até rimou). Mas assim como McClane, a família de Cale também vai dificultar sua missão. Tentando agradar a sua filha, Emily, John a leva para um tour pela casa presidencial e, ela acaba sendo sequestrada pelos bandidos.


A trama ainda dá mais uma complicada quando os responsáveis mostram que não são terroristas e suas reais identidades e motivos permanecem um mistério. Em resumo, salvar o dia não será tão fácil. Só mesmo um discípulo de John McClane estará apto para vencer tamanho desafio e, ainda por cima, fazer piadinhas com a situação.


Todo este enredo hollywoodiano poderia se tornar um filme mediano e sem emoção. Mas nas mãos do diretor Roland Emmerich ele vira um show de explosões e destruições que a maior expectativa é proporcionar duas horas de emoção, pulos nas cadeiras e desprendimento total da realidade, mesmo com tantos clichês.