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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Esquadrão Suicida

É ruim, mas é bom.
Fim

Espera. Calma. Se eu não redigir pelo menos dez linhas deixo de receber meu salário de frila fixo do blog (cinco refrigerantes Cini Gengibirra).
Sigamos para a crítica.

Esquadrão Suicida traz para as telonas uma história de desastre em formato de clipe da MTV.
Ágil, esse modelo privilegia a parte estética e ajuda durante a apresentação dos personagens, não tão conhecidos até entre leitores dos quadrinhos.




Outra particularidade diz respeito aos bastidores do filme, que teria sido editado e reeditado várias vezes, em consequência de uma briga entre estúdio e diretor.

Conta-se: chegaram a existir três versões diferentes do filme com praticamente as mesmas cenas, o que é uma baita feito de edição, mas não tão grande para o trabalho de contar uma história com nexo. Como seria se a trama seguisse o plano original? Nunca saberemos.

Ainda assim, Esquadrão Suicida é melhor que Batman V Superman, o outro longa do universo de filmes da DC. O que não é uma tarefa árdua, já que só de ter uma história com começo, meio e fim já é melhor.
Uma bula de remédio? Melhor que Batman V Superman.

Arlequina, Pistoleiro e Amanda Waller ditam os rumos da história e formam uma espécie de trindade dos vilões porém de vez em quando heróis. No geral, é um filme um pouco ruim, porém um pouco divertido. Se o leitor não conferiu nos cinemas, pode ficar ligado que em alguns anos estará na lista de sucessos da Sessão da Tarde.






Salário garantido

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Jogo do Exterminador

Pode me chamar de falso nerd ou de andarilho desta cultura que eu tanto admiro, mas admito que nunca li nenhum livro de Orson Scott Card, autor e criador das histórias de Ender Wiggin e, considerado, um dos melhores escritores do gênero. Na literatura, tudo começou com 


O Jogo do Exterminador, assim como agora no cinema. Dirigido por Gavin Hood, esta adaptação homônima apresenta uma boa história de ficção científica com grandes possibilidades de se estender por mais alguns filmes.

Como a maioria das histórias de ficção científica, esta também começa há muitos anos adiante no futuro. Em 2086 o planeta Terra é atacado pela raça alienígena Formic. Quando estávamos quase sendo derrotados, somos salvos após o sacrifício do Comandante Mazer Rackham.

Para evitar um novo ataque, as forças militares começam a recrutar crianças com grandes capacidades de estratégia para treiná-las nas melhores táticas de guerra e, assim, se tornarem a principal defesa contra os alienígenas.


Apesar da pouca idade, o cadete Andrew “Ender” Wiggin (Asa Butterfield) começa a se destacar aos olhos do Coronel Hyrum Graff (Harrison Ford). Para Graff, Wiggin tem todas as qualidades e potencial para se tornar o novo comandante da frota. É claro, que mesmo achando isso, o caminho do jovem mancebo não será nada fácil, pelo contrário, ele será testado muito mais duramente para provar que merece liderar toda a frota.



O Jogo do Exterminador pode até parecer infantil, mas seu conteúdo e questões morais não deixam ele se tornar exclusivo ao público mais jovem. Talvez por esta ligeira empolgação, eu tenha conseguido escrever este texto rapidamente após assistir o filme. Como observação final, acho curioso como as tecnologias de produção cinematográficas estão evoluindo num ritmo acelerado. Será, cada vez mais comum, termos adaptações literárias que antes pareciam impossíveis de serem realizadas com qualidade. Espero somente que o hábito da leitura continue e que não seja substituído por somente assistir a versão em filme.