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terça-feira, 7 de maio de 2013

Oz – Mágico e Poderoso



Se sentir deslocado no mundo é realmente uma merda. Você tenta se enganar com experiências que não gosta, com pessoas que não gosta e acaba aumentando sua insatisfação com a vida. Só que o verdadeiro culpado por tudo isso é você mesmo. A qualquer momento podemos retomar o controle de nossas vidas, seja procurando um emprego novo, nos afastando das pessoas babacas e, principalmente, cultivando somente as coisas que nos fazem bem, nem que elas sejam pouquíssimas.

 Eu sempre gosto de começar os meus textos de filmes com alguma pequena lição de moral que aprendi ou fato que vivenciei. Escrever estas pequenas críticas liberam sentimentos verdadeiros que sinto e que são paralelos com certas histórias contadas nos filmes. Agora que expliquei alguns pontos, vamos ao filme.

 Oz – Mágico e Poderoso é inspirado, obviamente, nas histórias do escritor L. Frank Baum’s. Ele é mais um daqueles filmes origens que vem para começar uma nova franquia nos cinemas e, aparentemente, vai conseguir atingir este objetivo. A história começa apresentando o mágico picareta Oscar “Oz” Diggs (James Franco) que se apresenta num humilde circo itinerário no Kansas. Entre um truque e outro, Oscar aproveita para derreter alguns corações femininos. Como todo pilantra, ele acaba ficando em maus lençóis quando um dos seus casos é descoberto e acaba tendo que fugir dentro de um balão. Na fuga ele é apanhado por um tornado e vai parar na terra de Oz.


 A chegada do mágico não poderia ser melhor. Ele é recepcionado pela linda bruxa Theodora (Mila Kunis) e descobre que é o predestinado a herdar o trono da cidade de Esmeralda, juntamente com todos os seus tesouros. Só que para tudo, existe um porém. Para conseguir todas essas mamatas, Oscar precisa matar Glinda (Michelle Williams), a bruxa boa do sul. E como essa revelação aparece no começo da trama, fica óbvio que alguns fatos estão meio obscuros.


O filme segue o manual dos personagens anti-heróis. Mesmo com todo seu egoísmo, Oscar Diggs mostrará que no fundo ele é alguém que se importa com outras pessoas e fará de tudo para salvar a terra de Oz e seus habitantes. Como eu disse anteriormente, buscar o seu verdadeiro caminho é o que importa, o resto você liga o foda-se.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ted


Amizade verdadeira é algo bem bacana. Ter alguém sempre disposto a causar com você e ser aquele apoio quando as coisas não estão muito boas é literalmente foda, é quase um sentimento de invencibilidade e, talvez por ser uma coisa tão boa, seja tão difícil de conseguir. Muitas vezes encontramos essa amizade onde menos esperamos, pode ser aquela pessoa que não gostávamos sem nem conhecer, pode ser um cachorrinho ou, como neste filme, um ursinho de pelúcia falante.

Sim, eu escrevi certo. Ted é um ursinho falante, que, após um pedido de natal, ganha vida e se torna o melhor amigo do pequeno e solitário John. Ted vira também uma celebridade instantânea e, como todo pequeno astro infantil, com o passar dos anos ele vai parar no anonimato, mas nada que o impeça de causar muito e ser o principal cúmplice de seu amigo humano.  
Mark Wahlberg interpreta John adulto. Para falar a verdade, de adulto só mesmo à aparência. Mesmo namorando a maravilhosa Lori (Mila Kunis), John só quer saber de ser um vagal drogado que apronta todas com seu best friend peludo. Obviamente, como toda mulher, Lori quer um homem e não um garotão e, enxerga em Ted, uma grande má influência.
É claro que este filme fala de amizade, amor e crescimento, mas a linguagem usada é o grande diferencial. Piadas e tiradas rápidas são as marcas do filme. Muitas piadas nerds deixam o negócio mais engraçado ainda, algumas são muito americanas, mas o diretor e roteirista Seth MacFarlane – criador de Family Guy- realmente conseguiu criar uma história extremamente engraçada, imoral e ao mesmo tempo, tão verdadeira. Desafio a qualquer leitor do blog a assistir o filme e não dar no mínimo, cinco boas gargalhadas. Este é um daqueles filmes para torcer para ter uma continuação, não estou exagerando, até fui bem econômico na minha crítica ao filme!