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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Venom


“Para um filme de ficção, até que é bom”. Esta foi a opinião da minha avó assim que saímos do cinema ao assistir Venom em alguma tarde ali no décimo mês do ano, mais conhecido como outubro. Essa frase ficou no meu inconsciente e depois de pensar durante alguns segundos, eu entendi. Os gênios que desenvolveram o filme queriam exatamente isso. Desassociar as histórias do gibi e incluir o personagem em algum enredo plausível envolvendo alienígenas. Vovó entendeu bem.

Nos quadrinhos, Venom é um vilão que odeia o Homem-Aranha, mas que em vários momentos tem sua alcunha de malvado questionada. Já, no filme, não existe Homem-Aranha e nem essa de malvadão. Tom Hardy interpreta Eddie Brock um jornalista investigativo que busca sempre a verdade, mesmo que isso custe seu emprego ou cause problemas em sua vida pessoal.

Paralelamente a esta apresentação, descobrimos que uma Fundação comandada pelo bilionário Carlton Drake está fazendo estranhos experimentos envolvendo vida alienígena.


O que acontece quando misturamos um personagem principal que é jornalista investigativo e testes em seres de outro planeta? Sim, bem isso que você pensou. Simbiose. Eddie acaba juntando-se com o ET e vira o famoso Venom. Óbvio que a tal organização que pesquisava o negócio não gosta do que aconteceu e faz de tudo para recuperar os bichinhos do espaço.


É interessante escrever sobre um filme de 3 meses atrás. Neste momento eu já sei que ele foi um grande sucesso financeiro para a Sony e que uma sequência já está sendo desenvolvida. Se eu tivesse escrito após a estreia, eu com certeza teria redigido algumas palavras sobre o eminente fracasso dele.... Enfim, para mostrar que estou atualizado, o Atlético PR acaba de fazer o último pênalti e ganhar a final da Taça Sulamericana. Segue o baile.  

terça-feira, 7 de maio de 2013

Oz – Mágico e Poderoso



Se sentir deslocado no mundo é realmente uma merda. Você tenta se enganar com experiências que não gosta, com pessoas que não gosta e acaba aumentando sua insatisfação com a vida. Só que o verdadeiro culpado por tudo isso é você mesmo. A qualquer momento podemos retomar o controle de nossas vidas, seja procurando um emprego novo, nos afastando das pessoas babacas e, principalmente, cultivando somente as coisas que nos fazem bem, nem que elas sejam pouquíssimas.

 Eu sempre gosto de começar os meus textos de filmes com alguma pequena lição de moral que aprendi ou fato que vivenciei. Escrever estas pequenas críticas liberam sentimentos verdadeiros que sinto e que são paralelos com certas histórias contadas nos filmes. Agora que expliquei alguns pontos, vamos ao filme.

 Oz – Mágico e Poderoso é inspirado, obviamente, nas histórias do escritor L. Frank Baum’s. Ele é mais um daqueles filmes origens que vem para começar uma nova franquia nos cinemas e, aparentemente, vai conseguir atingir este objetivo. A história começa apresentando o mágico picareta Oscar “Oz” Diggs (James Franco) que se apresenta num humilde circo itinerário no Kansas. Entre um truque e outro, Oscar aproveita para derreter alguns corações femininos. Como todo pilantra, ele acaba ficando em maus lençóis quando um dos seus casos é descoberto e acaba tendo que fugir dentro de um balão. Na fuga ele é apanhado por um tornado e vai parar na terra de Oz.


 A chegada do mágico não poderia ser melhor. Ele é recepcionado pela linda bruxa Theodora (Mila Kunis) e descobre que é o predestinado a herdar o trono da cidade de Esmeralda, juntamente com todos os seus tesouros. Só que para tudo, existe um porém. Para conseguir todas essas mamatas, Oscar precisa matar Glinda (Michelle Williams), a bruxa boa do sul. E como essa revelação aparece no começo da trama, fica óbvio que alguns fatos estão meio obscuros.


O filme segue o manual dos personagens anti-heróis. Mesmo com todo seu egoísmo, Oscar Diggs mostrará que no fundo ele é alguém que se importa com outras pessoas e fará de tudo para salvar a terra de Oz e seus habitantes. Como eu disse anteriormente, buscar o seu verdadeiro caminho é o que importa, o resto você liga o foda-se.