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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Exterminador do Futuro – Gênesis


Vou quebrar a ordem de posts antigos do blog para incluir finalmente um filme novo! Nada mais justo do que escrever sobre um que mexe justamente com essas questões de espaço e tempo melhor do que qualquer outro...ou, simplesmente, bagunça demais as nossas linhas cronológicas de raciocínio lógico. Complicado? Se a resposta for sim eu respondo “igual a este quinto filme do Exterminador”.
Exterminador do Futuro – Gênesis demostrou a incapacidade da série em seguir adiante utilizando as histórias dos outros filmes. Para isso, foi criado um passado alternativo da história clássica “Kyle Reese volta ao passado para salvar a mãe de John Connor”. Foi isso mesmo. Virou quase um remake. Só não é porque eles inventam algumas pegadinhas ao longo do filme. Mas, uma coisa eu preciso deixar claro antes de continuar é que essa mudança da história original não significa que o filme é ruim.

O filme começa em 2029 quando a resistência está aplicando seu golpe final contra as “Máquinas”. Percebendo que irá perder a guerra, Skynet envia um exterminador de volta ao tempo para matar o mal pela raiz (exterminar Sarah Connor, mãe de John Connor que neste filme é interpretado por Jason Clarke). Kyle Reese (Jai Courtney) é o escolhido para ajudar a mamãe Connor e no briefing ele recebe a informação que ela era muito frágil, que não sabia se cuidar e blablabla.


Quando Reese volta a 1984 ele percebe que algo está muito errado. O primeiro exterminador foi liquidado por uma Sarah Connor (Emília Clarke) toda valentona e amiga de outro exterminador (agora o nosso querido Arnold Scwarzenegger), que foi enviado para salvar ela quando criança. Conclusão? Temos um remake.


Em determinados momentos, o roteiro tenta explicar o porquê de algumas mudanças, mas utilizam teorias muito científicas que nem mesmo os próprios personagens entendem. Até mesmo a velhice de Arnold tem uma explicaçãozinha. O inacreditável é que mesmo depois disso, eu continuo achando o filme bom e recomendo para quem gosta do gênero. E, para concluir, tenho certeza que ele terá continuação. Minha dedução genial vem simplesmente porque algumas perguntas não são respondidas e por causa da cena pós-crédito. Sim, aguardem antes de ir embora correndo. 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Duro de Matar – Um Bom dia para Morrer



Eu estava numa peregrinação diária para tentar assistir aos principais filmes concorrentes ao Oscar antes da cerimônia de entrega dos prêmios quando fui surpreendido que uma estréia que eu tanto esperava aconteceu antes do previsto. Resultado? Saí Oscar entra John McClane. Desde o primeiro filme de 1988 eu virei um grande fã da série e mesmo tendo uma baixa expectativa sobre a nova aventura, eu tinha que conferir o filme na estréia.

O melhor filme da franquia para mim é o terceiro, Duro de Matar – A Vingança. John está no auge da sua encarnação de herói que sofre as conseqüências pelos seus atos e o filme em si usa pouco efeito especial, deixando bastante espaço para a trama se desenvolver de uma forma mais real, mesmo se tratando de uma tramóia mirabolante e utópica.

No quarto filme, Viver ou Morrer, John começa a resolver seus problemas familiares, recuperando o amor de sua filha, Lucy (Mary Elisabeth Winstead). Em Duro de Matar – Um Bom dia para Morrer, o policial careca parte para mais uma empreitada familiar, agora com seu filho, John “Jack” McClane Jr (Jai Courtney).

Tudo começa quando John McClane (Bruce Willis) descobre que seu filho está preso numa penitenciária russa após tentar assassinar um homem a mando de Yuri Komarov. Sem pensar duas vezes o policial de Nova York embarca num avião para ajudar seu filho. Jack tenta negociar um acordo com a polícia russa e vai a julgamento junto com Komarov, que está sendo pressionado por um antigo parceiro/rival para não contar segredos do passado.
Assim que chega a Rússia, John parte para o tribunal onde seu filho será julgado e vê um grupo explodindo tudo para tentar capturar Komarov. Com toda essa agitação, o disfarce de Jack vai para o saco e John descobre que seu filho é um espião da CIA que estava disfarçado para recuperar um dossiê que estava em mãos de Komarov. Família que vive unida, também atira e mata unida. Mesmo a contragosto, pai e filho juntarão forças para completar a missão e salvar o dia, mesmo que seja na Rússia.   
As declarações de uma sexta continuação já estão altas antes mesmo da arrecadação final deste quinto filme. Quem sabe na próxima aventura John não consegue finalmente voltar com sua ex-mulher, seria uma aposentadoria justa e bacana para o herói do Nakatomi Plaza.