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sexta-feira, 22 de março de 2013

João e Maria – Caçadores de Bruxas



Além de ensinar lições importantes da vida, os grandes clássicos literários infantis sempre mexeram com a imaginação de seus leitores e espectadores, deixando ideias e pensamentos guarnecidos. Essas fantasias acabaram ganhando forma e expandiram alguns universos, como em João e Maria – Caçadores de Bruxas.


Nesta continuação/prequel os roteiristas foram ousados, retornaram ao mundo João e Maria e tentaram criar uma franquia nova, aberta a outras possíveis continuações. Para estruturar este formato foram convocados dois atores bem cotados em Hollywood para serem os pilares de uma possível série de filmes, Jeremy Renner e Gemma Arterton. Além da dupla, a história tem muitas mortes estilosas que fariam inveja a qualquer “acidente” dos filmes Premonição, um atrativo bastante válido para divertimentos cinematográficos. 


Bom, o filme começa mostrando rapidamente a famosa história de infância dos irmãos. Só que ao invés do “viveram felizes para sempre”- após matarem a bruxa que os aprisionou - os dois se tornam caçadores de bruxas, os mais famosos e sanguinários de toda a Europa.  


Quando sete crianças desaparecem misteriosamente na pequena cidade de Augsburg (Alemanha) a dupla é contratada pelo prefeito para resolver o caso. Só que nas intrigas das bruxas nada é tão simples e fácil. A tramoia está diretamente ligada ao passado de João e Maria e envolve uma revolução nos poderes das malvadas. Ou seja, o mundo presenciará mais uma batalha entre o bem e o mal, onde o futuro da humanidade estará em jogo (clichê ou não?).  


Estarei mentindo se dissesse que a história deste filme não é previsível. Com a vontade de criar uma franquia rentável, o diretor Tommy Wirkola elaborou um produto rápido e divertido banhado de sangue. Estaria mentindo também se dissesse que não gostei do filme...acho que vale uma nota 7. 

sábado, 8 de setembro de 2012

O Legado Bourne


O Legado Bourne é o quarto filme da série que chega com uma clara mensagem, não esqueçam de Jason Bourne apesar de termos um novo agente. A trama deste novo filme se passa paralelamente aos primeiros filmes, deixando toda as histórias interligadas e abrindo muitas possibilidades para novas sequências. Sim, adianto que este filme serve de ponte para novos filmes. Achei interessante esclarecer este ponto logo de cara, sem suspenses bobos que insultariam a inteligência dos meus poucos, porém fiéis, leitores.

Após os acontecimentos de “O Ultimato Bourne”, que pode ser traduzido como tragédia para o Governo Americano, o Coronel Eric Byer (Edward Norton) é encarregado de ativar um plano de contingência para acabar com todos os projetos ligados à Bourne para que nada vaze. Conhecemos assim novas fases do projeto inicial e como consequência, novos agentes também, como Aaron Cross (Jeremy Renner).


Estes novos agentes tomam pílulas para aumentar suas capacidades físicas e mentais e para ficarem na “coleira” do governo. Estes medicamentos são feitos por uma empresa farmacêutica onde trabalha a Doutora Marta Shearing (Rachel Weisz). Quando o governo decide acabar com toda a operação, muitos agentes são eliminados, inclusive os cientistas da empresa farmacêutica.


Cross e Shearing acabam sobrevivendo aos ataques e se unem por necessidade mútua. Um precisa de remédios e a outra ajuda para sobreviver. O filme tem ação quase que interrupta, todas as artimanhas conhecidas dos filmes anteriores também estão presentes neste filme, deixando o espectador imaginando se algo do que estamos vendo na tela é possível mesmo. Como contado no trailer, “Jason Bourne era somente a ponta do iceberg”, muitos outros projetos estão sendo desenvolvidos pelo governo e aparecerão em futuros filmes, eu garanto.