O diretor neozelandês Taika Waititi transforma a história de um personagem já conhecido através da adição de diversos elementos de comédia, só que não estamos falando do enredo de Thor Ragnarok.
Antes de colocar seu nome na franquia da Marvel, o neozelandês respondeu por O que Fazemos nas Sombras (What We Do In The Shadow). O filme lançado em 2014 reúne quatro vampiros em uma mesma mansão enfrentando os dilemas da vida moderna.
Afinal como arranjar dinheiro para o aluguel se no horário comercial o sol pode te reduzir a pó? Ou será que é fácil conviver com a ex-namorada quando ela também tem vida eterna?
Entre pescoços jorrando, crucifixos e estacas, o longa traz um hilário relato do grupo liderado por Viago (vivido pelo próprio Waititi) em sua cruzada para encontrar uma balada vampiro friendly e lembrar de quem é a vez de lavar a louca suja.
No fim fica uma mensagem: Se é para viver a vida eterna, melhor que seja com seus amigos.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Rocketeer
Eu admito que falhei descaradamente. Atualizar um blog, com frequência, é praticamente impossível quando você possui uma rotina de trabalhador, viajante, jogador de videogame e necessidade de perder alguns quilos na academia. Por isso, desta forma vou postar mais filmes antigos do que novos porque assim não ficará tão na cara os atrasos. Esta desculpa foi elaborada e aprovado após um mês de férias (sem nenhuma postagem).
Rocketeer começou sua carreira de herói no universo dos quadrinhos em 1982. Criado pelo quadrinista Dan Stevens, suas histórias não demoraram para atraírem os olhos da indústria cinematográfica. A Disney foi a companhia que realizou a façanha de leva-lo aos cinemas em 1991 pelas mãos do diretor Joe Johnston (o mesmo de Capitão América: O Primeiro Vingador). Particularmente, este foi mais um dos filmes que fazem parte da seleta lista que passaram tanto na Sessão da Tarde e Temperatura Máxima que ajudaram a moldar o meu caráter. Digo isso sem medo de errar.
O filme se passa na Los Angeles de 1938. Cliff Secord (Billy Campbell) é um piloto de shows aéreos que não está nos melhores momentos da vida. Essa fase muda um pouco quando ele encontra sem querer um foguete portátil. Apesar de tentar esconder o aparato junto com seu mecânico, Peevey (Alan Arkin), ele acaba precisando usar o aparelho publicamente para salvar um amigo durante um shom.
Virando a sensação do momento, o herói atraí os olhos do verdadeiro dono da mochila e dos bandidos interessados na invenção. No meio de todo este agito, a namorada de Cliff e aspirante a atriz, Jenny (Jennifer Connelly), acaba entrando também na história quando descobre que o ator Neville Sinclair (Timothy Dalton) está envolto de uma trama internacional que pode mudar o destino do planeta (fui dramático demais?).
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terça-feira, 22 de agosto de 2017
Planeta dos Macacos: A Guerra
Quem ainda não decidiu se vale sair de casa neste frio para ver Planeta dos Macacos - A Guerra corre o risco de perder um dos melhores filmes da série - e porque não do ano. No último round da trilogia, macacos e humanos decidem quem tem o controle do planeta. E não se
engane: os mocinhos aqui não são os humanos.
Desde que a ficção científica é ficção científica o gênero é um prato cheio para criticar os rumos do mundo. Andy Serkis interpreta um César mais eloquente, com capacidade de fala e raciocínio, diante do dilema: sacrificar os limites morais em prol da sobrevivência.
Praticamente todas as críticas levantaram a bola que a Academia devia considerar o Oscar de atuação pelo trabalho de captura de performance de Serkis. Não é aqui que você vai ler algo diferente. Closes de rosto. Movimentos corporais. Trejeitos. Se nos antecessores ainda havia pequenos sinais da mecânica da tecnologia, A Guerra tem um personagem assustadoramente real.
E, por incrível que pareça, ver macacos cavalgando cavalos não é o feito mais surpreendente do filme. Com um Coronel (Woody Harrelson) desempenhando um vilão humano sem traços de humanismo (moldado perfeitamente para estes tempos em que cada vez mais gente parece estar de sacanagem) não duvide: você vai torcer pelos macacos.
Desde que a ficção científica é ficção científica o gênero é um prato cheio para criticar os rumos do mundo. Andy Serkis interpreta um César mais eloquente, com capacidade de fala e raciocínio, diante do dilema: sacrificar os limites morais em prol da sobrevivência.
Praticamente todas as críticas levantaram a bola que a Academia devia considerar o Oscar de atuação pelo trabalho de captura de performance de Serkis. Não é aqui que você vai ler algo diferente. Closes de rosto. Movimentos corporais. Trejeitos. Se nos antecessores ainda havia pequenos sinais da mecânica da tecnologia, A Guerra tem um personagem assustadoramente real.
E, por incrível que pareça, ver macacos cavalgando cavalos não é o feito mais surpreendente do filme. Com um Coronel (Woody Harrelson) desempenhando um vilão humano sem traços de humanismo (moldado perfeitamente para estes tempos em que cada vez mais gente parece estar de sacanagem) não duvide: você vai torcer pelos macacos.
A evolução de César nos cartazes dos três filmes
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
Um casal de agentes viajantes no tempo e espaço. Um general maluco que comanda um exército de robôs. Uma nave onde convivem harmoniosamente diversos povos intergaláticos com seus uniformes coloridos. Um planeta de seres azuis que vivem em paz e equilíbrio com a natureza. Batalhas entre naves no deserto. Soou familiar? Então você não vai se surpreender com Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, novo filme de Luc Besson (O Quinto Elemento) que estreia hoje nos cinemas brasileiros.
Deixo aqui uma tirinha engraçada sobre o
Tá bem, vamos ser justos. Mesmo depois de ter lido em vários lugares que o filme se tornou o mais caro da história da França, com um orçamento de mais de 197 milhões de euros, eu fui surpreendida , sim, com a beleza da produção e a qualidade dos efeitos especiais, que superou em muito outros filmes do gênero.
Mas o mesmo não pode ser dito, infelizmente, da dupla de protagonistas Dane DeHaan (que faz o mocinho Valerian) e Cara Delevingne (Laureline) - faltou química e carisma ali, apesar da tentativa genuína dos dois. Ainda bem que tem gente mais experiente como Clive Owen e Ethan Hawke para dar um gás. E a Rihanna, que foi um dos trechos mais bacanas do filme, outra grata surpresa.
Nem por isso eu achei o filme ruim. Pelo contrário, Besson conseguiu deixar o roteiro bem dinâmico e não me fez roncar perdeu como Lucy. E apesar do final previsível, como boa nerd fã de histórias fantásticas no espaço, eu amei viver por algumas horas as aventuras de Valerian. Queria saber mais dele, porém entendo que não tinha muito onde enfiar ali o histórico dos personagens sem babar na cadeira de novo.
Vale o ingresso, então? Vale! E se você curte 3D, dá pra ser ainda mais divertido.
P.S. Depois de ver o longa, fui logo tratar de entender porque eu tudo aquilo me fazia lembrar de Star Trek, Avatar e, em especial, Star Wars. Acontece que a trama é baseada nas HQs Valerian e Laureline, antes Valerian, o Agente Espaço-Temporal, lançadas em 1967, 10 anos antes da saga de George Lucas. Sim, isso mesmo, Lucas bebeu direto da fonte e depois ficou essa confusão. Olha que eu até leio bastante sobre Star Wars, mas essa foi novidade!
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017
The Belko Experiment
O comportamento do ser humano é obliterado todos os
dias pelas amarras da vida em sociedade. Essa frase surgiu na minha
cabeça numa sexta-feira indo para o
trabalho de metrô/trem. De segunda a sexta eu ligo o automático, junto com as minhas músicas, nas logísticas diárias. O escopo deste procedimento está incluso não
xingar, bater e matar as pessoas que
entram no vagão antes dos outros saírem, empurrões
por causa de celular, folgados em assentos especiais e claro, música alta. Esta historinha é só para
pontuar/enrolar que em nosso amago temos
vontades violentas que em situações extremas podem esquecer o filtro do bom senso....
Longe de pomposos enclaves, a unidade das Indústrias
Belko em Bogotá (Colômbia) vive diariamente uma vida corporativa normal. Chefes que
acham que são legais, subalternos com preguiça de seus superiores, romances
escondidos, paixões não correspondidas e colegas tontos. Coisas mais do que
normais. Talvez a única coisa que fuja dos padrões normais sejam microchips instalados
na cabeça para eventuais sequestros.....
Finalizei o parágrafo acima com reticências porque
obviamente isso não é algo normal. Assim como você chegar ao trabalho e ver
estranhos soldados de cara fechada. Foi assim que Mike Milch (John Gallagher
Jr.) foi recebido num dia normal de trampo. Para completar a estranheza, todas
as saídas do local são fechadas e uma voz pede para os funcionários matarem
alguns colegas, caso contrário, acontecerão muitas mortes.
O bom senso se mantem na primeira ameaça, pelo menos
até a primeira cabeça explodir (culpa do tal microchip). Com o sangue surgindo
e o desespero aumentando, o lado cruel do instinto de sobrevivência surge de
forma avassaladora e letal. Ele nasce em muitos funcionários, mas em alguns
indivíduos ele já estava lá, esperando um momento para se soltar das amarras.
Esse
experimento cinematográfico é escrito e produzido por James Gunn (Guardiões da
Galáxia). Me lembrou muito quando Joss Whedon (Vingadores) fez a mesma coisa
com o Segredo da Cabana. Talvez seja a liberação dos estúdios para eles fazerem o que quiserem após ambos renderem muita grana para eles. Ou, talvez
não.
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
Baby Driver - Em Ritmo de Fuga
Baby?
B - A - B - Y. Baby.
Chega às telas esta sexta Baby Driver - Em Ritmo de Fuga. Mas o blog MdZ conferiu com antecedência a nova produção de Edgar Wright. (Soou bonito, mas a gente só assistiu a pré-estreia).
Baby Driver é um talentoso piloto de fuga que precisa cumprir um último trabalho antes de largar o crime e rodar pelas estradas da vida.
O problema é que a última corrida nunca chega.
Kevin Spacey, Jon Hamm e Jamie Foxx brilham durante as escapadas engenhosas e uma ou outra parada para repartir os louros do crime.
O destaque é o ritmo do filme, assinatura do diretor Edgar Wright nos seis longas que levam seu nome. Em Baby Driver, a trilha sonora e os elementos urbanos ditam o ritmo com transições criativas entre as cenas, garantindo uma sensação de agilidade e coesão à história.
De negativo um final um pouco arrastado, com uma ou duas reviravoltas que poderiam ter ficado na sala de edição. Ainda assim, vale o dinheiro e as horas gastas pela viagem.
Quatro cafés para acompanhar, por favor.
B - A - B - Y. Baby.
Chega às telas esta sexta Baby Driver - Em Ritmo de Fuga. Mas o blog MdZ conferiu com antecedência a nova produção de Edgar Wright. (Soou bonito, mas a gente só assistiu a pré-estreia).
Baby Driver é um talentoso piloto de fuga que precisa cumprir um último trabalho antes de largar o crime e rodar pelas estradas da vida.
O problema é que a última corrida nunca chega.
Kevin Spacey, Jon Hamm e Jamie Foxx brilham durante as escapadas engenhosas e uma ou outra parada para repartir os louros do crime.
O destaque é o ritmo do filme, assinatura do diretor Edgar Wright nos seis longas que levam seu nome. Em Baby Driver, a trilha sonora e os elementos urbanos ditam o ritmo com transições criativas entre as cenas, garantindo uma sensação de agilidade e coesão à história.
De negativo um final um pouco arrastado, com uma ou duas reviravoltas que poderiam ter ficado na sala de edição. Ainda assim, vale o dinheiro e as horas gastas pela viagem.
Quatro cafés para acompanhar, por favor.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017
Ao Cair da Noite
O silêncio é uma forma que
cineastas usam para prender a atenção dos telespectadores (geralmente em
histórias de terror e suspense) e para contornar baixos orçamentos. Ao Cair da
Noite tenta usar este artifício para as duas finalidades. Só que neste caso, os
poucos sons do filme só serviram para impossibilitar que eu não comesse meu
amendoim para não atrapalhar a concentração de ninguém no cinema. Sim, eu
também li críticas boas sobre o filme e achei que seria uma boa pedida, mas a
lição que fica é: não adianta criar um clima se o roteiro não colabora.
Em algum futuro não muito
distante, aparentemente uma doença extremamente contagiosa e mortal atingiu
esse planetinha azul. Somos apresentados a esta dura realidade quando a família
formada por Paul (Joel Edgerton), sua mulher Sarah e o filho Travis são
obrigados a matar, queimar e enterrar o vovô Bud.
Vivendo isolados no meio do mato,
com regras bem restritas de segurança, a família tem sua rotina alterada quando
um desconhecido tenta invadir sua casa durante a noite. Paul acaba descobrindo
que o meliante, de nome Will, só estava tentando achar água para os seus
parentes e os dois chegam a um acordo para viverem todos juntinhos sob o mesmo
teto. Se morar com pessoas conhecidas já é algo difícil, imagina com
desconhecidos num ambiente apocalíptico...
A minha sorte é que os momentos mais “tensos” do filme são previsíveis e assim consegui comer alguns amendoins. Se eu tivesse a lembrança de passar fome, minha nota teria sido pior ainda. De qualquer forma, foi uma boa escolha para uma quinta-feira pós trabalho.
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
A Múmia
Desde que começamos a colocar classificações
nos textos do MDZ eu estava querendo ser um pouco cruel e dar uma nota baixa.
Não precisei esperar muito para fazer isso. Meus amigos, que espero que leiam
essas linhas, sempre me acusam com difamações sobre a minha bondade com filmes
ruins. Poxa, isso é uma calúnia (momento Quércia). Se eu estou esperando que um
filme seja ruim, eu não critico. Agora... se a porra da expectativa está alta,
é bom a bagaça ser boa. Melindres explicados, agora posso adiantar que este
filme é ruim.
A Múmia é o primeiro passo para o
“Dark Universe”. A Universal teve a brilhante ideia de rivalizar com a Marvel e
DC e tentar criar um universo com personagens clássicos do terror que eles possuem
(Múmia, Drácula, Frankenstein, Lobisomem e etc). A essência desta vã tentativa
eu concordo que é boa. Agora, obviamente, este filme inicial não ficou dos
melhores. Para falar a verdade, ele é tão ruim que pode ter fechado a porta
para os demais. No último parágrafo eu vou dar algumas sugestões de como
deveria ter sido feito (minha parte humildade escreveu isso).
Em alguma época a milhares de
anos atrás, a princesa egípcia Ahmanet (Sofia Boutella) tem um ataque de
grandeza e resolve ressuscitar o deus Set, o mais malvado dos deuses egípcios.
A garota mimada é impedida antes de concluir o ritual e recebe a pior das
piores condenações da época (velha história, enterrada mumificada bla bla bla).
Nos dias atuais, Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson), dois soldados do exército que na verdade são ladrões de catacumbas, entram em confronto com guerrilheiros no Iraque e acabam descobrindo acidentalmente a tumba de Ahmanet. Com o auxílio da doutora Jenny Halsey (Annabelle Wallis) a dupla resolve levar a grande descoberta para Londres.
Para seguir a história, a Múmia
dá um jeito de reviver e atazanar os heróis da trama. No meio, para bagunçar as
coisas e tentar explicar o tal do “Dark Universe”, ainda somos apresentados a
uma organização chamada Prodigium, capitaneada pelo doutor Henry Jekyll (Russell
Crowe).
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terça-feira, 13 de junho de 2017
Mulher-Maravilha
O ano de 2017 não está sendo
fácil. Momento político, trabalho e feriados significam diretamente menos
postagens no blog. Para tentar mudar isso, eu tenho que me comprometer e nada
melhor para fazer isso do que em uma conversa por gtalk eu falar a frase mágica
“deixa que eu escrevo sobre o filme xxx”. Bom, aí chegamos neste texto, conto,
palavras sem nexo ou como você preferir chamar.
Mulher-Maravilha é um filme bem
legal. Desta nova leva da DC, pós trilogia do Nolan do Batman, é disparado o
melhor (não é só uma vitória moral). A história é bem redonda. Ela conta a
origem e constrói a lenda desta personagem tão importante para os quadrinhos e
para a vida real onde reforça a luta das mulheres pela igualdade de gêneros e mostra
que elas são as grandes protagonistas também na vida real.
O nome da Mulher-Maravilha para
quem não sabe é Diana. Ela é filha da Rainha Hipólita e nasceu na ilha de
Themyscira, morada das amazonas que foram criadas por Zeus para enfrentar Ares,
o deus da Guerra.
Vivendo em constante treinamento
para aprimorar suas habilidades e poderes para um possível retorno de Ares, a jovem
Diana (Gal Gadot) é surpreendida quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine), em
plena Primeira Guerra Mundial, acaba se acidentando nas águas de Themyscira.
Junto com ele também surgem alguns alemães, o que força as amazonas a entrarem
em conflito imediato.
Com uma dose de inocência
capitaneada pelo desejo de enfrentar o mal encabeçado por Ares, Diana resolve
sair da ilha para acabar com o mal pela raiz. Ela e Steve Trevor então partem
para o front onde os horrores da guerra se manifestam de várias formas e moldam
o espírito de nossa heroína.
Antes de assistir ao filme eu
estava com uma impressão que os roteiristas se basearam no primeiro Capitão
América (2011) para elaborar o tom da saga da Mulher-Maravilha no cinema, após
assistir, essa ideia foi confirmada. Eu nem considero o palco “Guerra” para fazer a comparação e sim outros elementos bem visíveis na
história. Como eu não sou estraga prazer e este filme vale a pena ser visto,
vou ficando por aqui. Não gostei muito deste “vou ficando por aqui”, porém é o
que restou da minha criatividade para a finalização da resenha. Prometo melhor
no próximo.
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sábado, 27 de maio de 2017
Fragmentado
Nunca duvide de M. Night Shyamalan.
Repita isso 10 vezes sempre quando pensar o contrário. Fragmentado surgiu quando
ninguém esperava e se tornou um sucesso que uniu todas as tribos, assim como
foi o Norvana.... Exagerei. Brinquei. Mas, como toda brincadeira, esta também
tem um fundo de verdade. Depois de alguns erros, o diretor indiano pode
comemorar o retorno das críticas positivas, dos grandes lucros e,
principalmente, o sinal verde para continuar a expandir suas histórias.
O filme começa com três adolescentes
sendo sequestradas por um tipo muito estranho em pleno estacionamento de um
shopping. Apesar do captor se chamar Dennis, com o passar do tempo no
cativeiro, as jovens descobrem que Dennis é só uma das 23 personalidades dentro
da cabeça de Kevin (James McAvoy). Entre uma ou outra tentativa de fuga, a mais
espertinha (e também mais esquisita) das meninas, Casey (Anya Taylor-Joy), descobre
que a zica mesmo vai acontecer quando a besta chegar, ou quando a personalidade
número 24 tomar conta do corpo de Kevin.
Fragmentado é uma história
singular que dá muito certo pelas atuações do elenco e por surpresas que
aparecem no decorrer de todo o filme, inclusive na última cena. Este final é
mais uma prova do talento de contador de histórias do diretor e um puta motivo
para ficarmos atônitos.
Imaginar os próximos passos já
seria fácil após assistir o filme. Escrever este texto com 3 meses de atraso
então, é muito injusto fingir alguma previsão. Por isso, vou terminar com uma
informação. Shyamalan praticamente terminou o roteiro do terceiro filme deste
universo.... repare que eu não falei em nenhum momento qual foi o primeiro...
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James McAvoy
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