segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mad Max: Fury Road

Um herói atormentado pelas vidas que não salvou. Como pano de fundo: um futuro apocalíptico. Algumas perseguições, ótimas cenas de ação e personagens femininas em destaque. Até aí, nada que o diretor George Miller não tenha explorado nas versões anteriores de Mad Max.

Trunfos: a versão mais recente da franquia se destaca pela qualidade da fotografia e pelas ótimas sequências de perseguições. A minha favorita termina numa baita tempestade de areia.

Os filmes da franquia Mad Max sempre funcionaram como uma espécie de espelho da sociedade, levada as últimas consequências. Neste cenário distópico água , leite, sangue e combustíveis estão divididos entre múltiplas facções.

O novo Max (vivido por Tom Hardy) inicia o longa sob cativeiro, desempenhando o papel de banco de sangue de um grupo de kamikazes - que conceito.

É apenas após trocas de sopapos e outras desavenças que Max decide ajudar Furioza (Charlize Theron), a protagonista moral do filme, a resgatar cinco garotas de um harém.

Juntos, Max e Furioza decidem enfrentar o líder de uma das facções que controla com mão de ferro água e os demais recursos necessários para a sobrevivência.

Constatação: um problema de futuros apocalípticos é que certamente eu estaria entre as primeiras baixas.