Eu não consigo contabilizar quantas vezes eu brinquei de lutinha na infância com meus amigos imaginários criando histórias parecidas como deste filme. Aliás, quantos filmes do Jean-Claude Van Damme eu fiz isso. Nossas inspirações eram outras naqueles tempos, ou talvez algum psicólogo ou filosofo moderno explique melhor porque era tão divertido quando criança bancar um herói que era o melhor nas artes marciais. Ou, simplesmente, a história era tão boa e cativante que merecia maiores reconhecimentos, mesmo que fosse de uma criança de 8 anos com armas de brinquedo em seu quarto.
Falando na história, o filme é sobre mais um futuro apocalíptico onde uma praga acabou com nosso planetinha. Um grupo de cientistas descobriu uma cura e precisa das informações que uma cyborg chamada Pearl está levando. Nesta odisseia, esta mulher meio humana meio máquina é perseguida pelo temível Fender e sua gangue. Nosso herói Gibson (Van Damme) tenta impedir a captura de Pearl mas não consegue. É aí que realmente inicia o caminho no nosso herói para salvar a humanidade. Enquanto ele percorre um país destruído enfrentando vilões carniceiros e burros, ele relembra seu passado de tentativas de redenção e um elo importante como próprio Fender.
Puro suco dos anos 80, o filme preenche todos os requisitos obrigatórios nos filmes de porrada daquela época. Mortes bestas, cenas de luta não factíveis, vilão que era vilão, nudez sempre que podiam e, claro, quando o filme era com o Van Damme, precisava ter em algum momento o famoso espacate.
Como todo ano, deixo aqui meu registro
que no próximo ano tentarei escrever mais. Tentarei. Não prometo.











































